A Eneva (ENEV3) informou na quarta-feira (22), a celebração de dois contratos de financiamento junto ao Banco do Brasil, somando R$ 560,2 milhões para o desenvolvimento dos projetos de Azulão-Jaguatirica e Parnaíba II.

O primeiro virá da utilização de recursos do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA), firmado em 15 de dezembro de 2021, no valor de R$ 286,1 milhões ao custo de IPCA + 2,335% ao ano.

O prazo de vigência é de 170 meses, incluídos 12 meses de carência, vencendo em fevereiro de 2036.

Já para construção da térmica Parnaíba VI a empresa utilizará recursos do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE), firmado em 22 de dezembro de 2021, no valor de R$ 274,1 milhões ao custo de IPCA + 3,383% ao ano.

O prazo é de 234 meses, incluídos 12 meses de carência, com vencimento para julho 2041.

Ademais, a companhia afirmou que os referidos contratos foram aprovados pelo Conselho de Administração e o desembolso de recursos está ainda sujeito a determinadas condições precedentes e aos cronogramas de cada um dos projetos.

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Resultado da Eneva no Terceiro Trimestre de 2021

O resultado da Eneva (ENEV3) no terceiro trimestre de 2021 (3t21), divulgado no dia 03 de novembro, apresentou um lucro líquido de R$ 362,6 milhões no 3T21, uma alta de 552,7% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.

O Ebitda da Eneva atingiu R$ 547,4 milhões no 3T21, apresentando crescimento de 97,5% na comparação com o 3T20.

A margem Ebitda da Eneva totalizou 35,8% no 3T21, apresentando crescimento de 13,5 pontos percentuais na comparação com o 3T20.

A margem líquida da Eneva atingiu 23,7% no 3T21, apresentando crescimento de 13,8 pontos percentuais na comparação com o 3T20.

As ações da Eneva (ENEV3) acumulam queda de 1,19% na bolsa de valores nos últimos 7 dias e queda de 2,58% nos últimos 12 meses.

Fonte: Canal Energia.