O que são bens não duráveis

Bens não duráveis são um tipo de bem de consumo caracterizado por possuir uma necessidade muito alta de reposição do cliente.

Vale ressaltar que, assim como outros bens de consumo, os bens duráveis estão focados sumariamente em satisfazer as necessidades do consumidor final.

Por exemplo, se você é um investidor que possui uma empresa e enxerga a necessidade de começar a fazer café para os funcionários, logo verá que é necessário uma cafeteira.

Porém, mesmo que não seja feita a compra da cafeteira, ainda será necessário uma garrafa de café, filtros e copos descartáveis.

Cada um desses produtos disponíveis para o investidor almeja públicos diferentes. A cafeteira é necessária para uma empresa de porte médio/grande, enquanto a garrafa serve para uma pequena empresa.

Justamente por conta desses bens serem consumidos de maneira diferentes, eles acabam exigindo do consumidor uma estratégia diferente para serem consumidos a cada dia, mês ou ano.

Não existe bem mais importante do que o outro, o que existe são bens com diferentes padrões de consumo, que acabam acompanhando o desenvolvimento econômico da nação à qual está atrelado.

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Exemplos de bens de consumo não duráveis

Os bens de consumo não duráveis acabam possuindo uma vida longa útil menor do que os outros bens de consumo existentes no mercado financeiro.

Os principais bens de consumo não duráveis existentes são:

  • Alimentos;
  • Cosméticos;
  • Medicamentos;
  • Perfumes.

Dentre os bens de consumo não duráveis citados acima, podemos destacar que eles são usados com alta frequência pelos consumidores, principalmente os alimentos.

Funcionamento dos bens não duráveis

Os bens não duráveis acabam englobando especificamente produtos que precisam ser repostos com uma certa frequência, muitas vezes precisando ser repostos diariamente.

Podemos caracterizar como bens não duráveis o café que tomamos diariamente para nos dar energia para o trabalho, ou cigarros e bebidas alcoólicas, dentre outros bens com alta frequência de consumo.

É válido ressaltar que nenhum desses bens foram produzidos com o intuito de durarem por um longo período de tempo, a intenção é justamente fazer o consumidor consumir mais.

Caso o consumidor queira fazer bolos com frequência, por exemplo, é necessário que ele compre farinha de trigo regularmente para produzir o bem a ser consumido.

O mesmo acaba não acontecendo com bens de outras categorias, como os bens semiduráveis.

Em relação aos bens semiduráveis, é válido ressaltar que a frequência com que são trocados é bem menor do que os bens não duráveis. Alguns exemplos são: roupas, cadeiras, televisões, entre outros.

Outra categoria de bens que não são trocados com frequência são os bens de consumo duráveis, o qual se incluem: móveis, carros, eletrodomésticos, etc.

Porém, para a construção de qualquer bem de consumo, é necessário a união dos bens de produção e bens de capital para a cadeia produtiva em si.

Todos esses bens acabam trabalhando em conjunto para satisfazer as necessidades do consumidor diariamente.

Bens não duráveis e seu impacto econômico

De maneira breve e sucinta, podemos caracterizar os bens de consumo não duráveis como aqueles consumidos de forma imediata, como as comidas e cosméticos.

Porém, outros bens como os duráveis e semiduráveis acabam se mostrando exatamente o oposto dos bens não duráveis, justamente pelo fato de possuírem uma durabilidade maior.

É válido ressaltar que em relação à sua lucratividade, os bens não duráveis acabam se mostrando como bens extremamente lucrativos.

Exemplos de empresas que usam esses bens são a Unilever e Ambev, que apresentam altos ganhos financeiros com seus bens duráveis.

Sendo assim, o mercado acaba se mostrando receptivo, de certa forma, para quem deseja investir nos bens não duráveis.