A Marisa (AMAR3) engajou o BTG Pactual e o Itaú BBA para avaliar a viabilidade e estruturar uma potencial oferta pública subsequente (follow-on) de distribuição primária de ações de emissão da companhia, sem esforços de venda no exterior ou um potencial aumento de capital privado da companhia com emissão de novas ações a serem subscritas e integralizadas pelos acionistas da varejista.

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Com isso, nesta segunda-feira (18), os papéis AMAR3 caíram 11,95%, a R$ 1,99.

A companhia também contratou a BR Partners como assessor financeiro e o Lefosse Advogados como assessor legal da Companhia no âmbito da potencial oferta ou do potencial aumento de capital privado.

Segundo fato relevante, os acionistas controladores se comprometeram a subscrever e integralizar no mínimo R$ 195 milhões na eventual operação, ao preço por ação a ser deliberado pelo Conselho de Administração.

A potencial oferta e o aumento de capital privado poderão ainda ser acrescidos de montante adicional de até R$ 90 milhões ao preço da oferta para possibilitar a contribuição de créditos detidos pelos acionistas controladores contra a Marisa oriundos da 7ª, 8ª e 9ª emissão simples de debêntures da companhia com vistas a diminuir a alavancagem da companhia.

Por fim, a Marisa optou por descontinuar a divulgação de projeções financeiras (guidance) anteriormente apresentadas, tendo em vista a necessidade de alinhamento de sua política de divulgação de guidance com os procedimentos adotados por seus consultores no contexto da potencial oferta.

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Fonte: Infomoney.