O Banco do Brasil (BBAS3), assinou nesta sexta-feira, 20, um memorando de entendimentos com o Banco Mundial para discutir um empréstimo de US$ 500 milhões.

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Os recursos seriam pagos em até 20 anos e destinados a projetos de incentivo à participação do setor privado nos mercados de crédito de carbono.

O banco prevê que US$ 400 milhões sejam direcionados a linhas de crédito, e US$ 94 milhões, à criação de um fundo de dívida climática.

Outros US$ 6 milhões seriam destinados à assistência técnica a projetos de geração de créditos de carbono em mecanismos de monitoramento, reporte e verificação (MRV) e ao desenvolvimento de uma plataforma para a monetização e a comercialização de créditos de carbono.

O memorando foi assinado na manhã desta sexta-feira, durante o evento Mercado Global de Carbono, promovido pelo BB e pela  Petrobras (PETR4)

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O BB lançou, no evento, um pacote de produtos e medidas para incentivar a geração e a venda de créditos de carbono pelo setor produtivo brasileiro.

Após a aprovação do memorando, o banco pretende expandir as fontes de financiamento para empresas e projetos que gerem créditos de carbono, ou reduzam a emissão de gases de efeito estufa.

"Espero que seja a primeira tranche de muitas outras", disse o presidente do banco, Fausto Ribeiro.

Segundo ele, o setor agrícola brasileiro é forte, e não faltará parceiros para acelerar a transição verde no Brasil.

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Resultado do Banco do Brasil no Primeiro Trimestre de 2022

resultado da Banco do Brasil (BBAS3) no primeiro trimestre de 2022 (1t22), divulgado no dia 11 de maio, apresentou um lucro líquido de R$ 6,6 bilhões no 1t22, apresentando crescimento de 57,6% na comparação com o 4T20.

A margem financeira bruta do Banco do Brasil atingiu R$ 15,3 bilhões no 1T22, apresentando crescimento de 5,6% na comparação com o 1T21.

Índice de Basiléia do Banco do Brasil em março de 2022, totalizou 17,7%, apresentando retração de -0,1 ponto percentual na comparação com dezembro de 2021.

As ações do Banco do Brasil (BBAS3) acumulam alta de 5,15% na bolsa de valores nos últimos 7 dias e alta de 21,46% nos últimos 12 meses.

Fonte: Estadão Conteúdo.