Organizar suas finanças pessoais é o primeiro passo para conquistar uma vida financeiramente tranquila e próspera. 

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Sabendo disso, o site Business Insider conversou com três planejadores financeiros e pediu seus melhores conselhos e estratégias testadas pelo tempo. 

Os conselhos favoritos dos especialistas são sobre como pagar dívidas, priorizar metas financeiras e investir pela primeira vez. 

Veja o que eles disseram e melhore sua relação com o dinheiro, planejamento, economias e muito mais.

1. Quite a dívida cara, economize para o futuro e, em seguida, pague a "dívida boa"

Existem diferentes métodos populares para o pagamento de dívidas. A bola de neve e a avalanche de dívidas são dois deles. 

O método da bola de neve prioriza o menor saldo devedor primeiro para ganhar impulso, enquanto o método da avalanche prioriza aquele com a maior taxa de juros. 

A planejadora financeira Lauren Anastasio apresenta outro método, batizado de bola de fogo da dívida. 

De modo semelhante ao da avalanche, ele se concentra primeiro nas dívidas com juros altos. Porém, antes de passar para o pagamento da dívida a juros baixos, prioriza a criação de uma reserva.

Essa é uma abordagem inteligente de planejamento financeiro, uma vez que não negligencia as economias, especialmente se você não tiver uma reserva de emergência adequada. 

Anastasio considera hipotecas e empréstimos estudantis como dívidas "boas" que podem "fortalecer" ou agir como uma ferramenta para ajudá-lo a obter acesso a algo positivo.

Se as taxas de juros desses empréstimos forem baixas em comparação com outras dívidas, como cartões de crédito, não há pressa em pagá-las do ponto de vista dos números.

"Sim, os empréstimos estudantis são muito onerosos e, sim, odiamos pagá-los 10 anos depois de nos formarmos, mas no grande esquema das coisas, eles são saudáveis ​​para o nosso crédito - eles têm baixa taxa de juros, são em prestações fixas, o que significa que, desde que façamos esse pagamento mínimo mensal, eles serão pagos integralmente em algum período de tempo predeterminado ", disse Anastasio.

"Ter dinheiro em mãos, ter liquidez, é extremamente importante, especialmente em tempos de incerteza ", disse ela.

"Então, apenas quando estivermos realmente satisfeitos e nos sentirmos seguros com a economia, devemos considerar a possibilidade de fazer pagamentos extras para saldar outras dívidas mais cedo."

2. Crie um 'efeito cascata de dinheiro' para financiar seus objetivos de curto e longo prazo

Criar um plano financeiro é intimidante para muitas pessoas, mas o especialista Eric Roberge explica como abordar essa tarefa aparentemente assustadora.

"O ponto principal do planejamento financeiro é usar seu dinheiro como uma ferramenta para a vida", disse Roberge.  

"Uma das primeiras coisas que faço com meus clientes, todos com 30 e 40 e poucos anos, é dizer, 'Quer saber: vamos abandonar os números e fazer um brainstorming do quadro aqui'."

Roberge disse que pede a seus clientes que pensem sobre onde eles querem que seu patrimônio líquido esteja em 5, 10 ou 15 anos

Se querem ter uma casa ou começar um negócio;  como e quando eles gostariam de se aposentar;  que tipo de legado eles querem deixar para sua família e netos;  e outras maneiras pelas quais eles esperam usar seu dinheiro agora e no futuro.

Depois de criar metas de curto e longo prazo, Roberge faz eles se perguntarem: ‘Se eu pudesse fazer apenas uma dessas coisas, o que seria?’

Depois de obter essa lista, basta voltar ao seu orçamento e criar um efeito cascata de caixa. 

“Para onde vai o primeiro dólar? Deve ir para a meta mais importante e continuar descendo na lista assim", disse.  

"Se você pode alcançar tudo, ótimo. Na maioria das vezes, não podemos alcançar tudo de uma vez. Portanto, temos que ajustar o cronograma ou o valor que essa meta custa."

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3. Você tem que 'assumir o risco de agir' para superar o medo de investir

De acordo com Hillary Hoffower, do Business Insider, os efeitos da Grande Depressão, que dizimou as economias e os meios de subsistência dos americanos, transformaram a geração do milênio em investidores altamente avessos ao risco. 

Como resultado, a geração muitas vezes fica presa a decisões inconsequentes, não sabe onde e nem quanto investir. 

Para a planejadora financeira Erika Safran, os jovens só vão superar o medo de investir depois que começarem. 

Segundo ela, qualquer quantia de dinheiro investida com sabedoria é melhor do que nada.

Em geral, se você ainda não se sente seguro de investir por conta própria em ações individuais, pode começar com fundos de investimentos diversificados, por exemplo. 

"É tudo uma questão de começar - apenas comece", disse Safran.  

“Analisar suas opções não é a etapa inteira. Você tem que ir além disso. Correr o risco de agir."

Não tenha medo de que a quantidade de dinheiro que está investindo seja muito pequena.  Seja US$ 100 por mês ou US$ 1.000, a beleza de investir é que favorece aqueles que simplesmente começam. 

Comece e os juros compostos se encarregam da mágica.

Como disse Safran: "Seja qual for o valor que você escolher, você pode alterá-lo. Ninguém acerta no início."

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