O que significa Finanças Pessoais?

Finanças pessoais é um modelo de gestão financeira voltado a indivíduos e grupos familiares. O conceito está ligado a forma como estes organizam e utilizam seu dinheiro em diversos  aspectos.

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É a aplicação de toda estratégia ou metodologia financeira nas contas pessoais. Por exemplo, a criação de orçamentos, planejamento e até o ato de poupar e investir.

As finanças pessoais incluem todos os tipos de custos e gastos realizados. Desde aqueles considerados irrelevantes, como o famoso cafezinho na padaria, até grandes parcelamentos.

Isso porque todos eles possuem um impacto nas finanças que só ao serem mapeados, são possíveis de analisar seu grau. Além disso, ajuda as pessoas a entenderem melhor seus padrões de consumo.

A maioria dos indivíduos não analisam ou anotam seus gastos diários, especialmente aqueles considerados pequenos. Portanto, não percebem o tamanho dos impactos causados por cada decisão financeira.

Mas, ao final do mês, boa parte da população encontra-se sem dinheiro sobrando ou endividada. Como consequência da falta de controle e organização financeira, elas passam por situações como:

  • Atrasos no pagamento de contas e dívidas;
  • Maiores riscos de inadimplência;
  • Parcelas maiores e mais altas;
  • Juros por conta de atraso;
  • Dívidas.

O controle financeiro é uma das coisas abordadas através do conceito de finanças pessoais. Por exemplo, ao estipular limites para gastos mensais de forma a fazer o dinheiro render melhor. 

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Áreas compreendidas pelas finanças pessoais

O foco de estudo das finanças pessoais são os elementos que constituem a vida financeira de uma pessoa ou grupo familiar. Em geral, classificando as finanças em dois grupos que são os:

  1. Finanças comportamentais: dão foco no entendimento dos fatores mentais e emocionais que interferem na maneira como lidamos com o próprio dinheiro, considerando os vieses cognitivos da mente humana;
  2. Finanças técnicas: está relacionada às dívidas, financiamentos e investimentos, analisando de forma mais quantitativa as decisões, permitindo avaliar e criar estratégias para aumentarmos nosso patrimônio.

Apesar de parecerem contrários, em geral, elas andam juntas. De modo que é preciso entender como sua mente funciona nesses dois aspectos para gerar equilíbrio entre eles.

Quais os Princípios das Finanças Pessoais?

O modo como você realiza sua gestão financeira é responsável pelo seu sucesso financeiro em todas as esferas da sua vida. Ns finanças pessoais, existem 3 princípios essenciais para alcançar isso:

  • Priorização: capacidade de analisar as finanças, discernir o que faz seu patrimônio crescer e o quão focado você consegue estar para manter os esforços envolvidos nisso;
  • Avaliação: do custo-benefício de cada ideia que lhe permita aumentar seus lucros, seja investindo, realizando trabalhos freelancer, ou seja, fontes de renda extra para aumentar seus ganhos e o seu patrimônio;
  • Restrição: é a capacidade de poupar seu dinheiro, gastar menos do que se ganha buscando sempre ter mais ativos do que passivos, através de um bom e equilibrado planejamento financeiro.

Dentro das finanças pessoais há uma filosofia a ser seguida. Mas, para pôr as finanças no caminho certo, você não precisa aprender um novo conjunto de habilidades.

Você só precisa aplicar os princípios e buscar um equilíbrio sempre entre despesas, gastos não necessários que deseja ter e seus investimentos. 

A fim de garantir que você não passe necessidade e vontades mas, não extrapole financeiramente. Pois, no longo prazo isso também terá impactos na sua vida.

Como Organizar as Finanças Pessoais?

Organizar as finanças pessoais é algo que soa a muitos como assustador. Mas, você pode começar simples, com um papel e caneta ou contato com a ajuda da tecnologia.

Nos dias atuais, existem diversos aplicativos com funções de registrar e identificar gastos. Além de diversos sites que disponibilizam planilhas para esse controle, escolha de acordo suas preferências.

Para começar você deve anotar tudo que você ganha, ou seja, seus passivos:

  • Rendimentos;
  • Comissões;
  • Pensões;
  • Salário;
  • Etc.

Em seguida, é hora de mapear tudo que você gasta e que são considerados passivos:

  • Custos variáveis: gastos com lazer, delivery, entre outros custos que normalmente, não são essenciais;
  • Custos fixos: como contas de luz, água, internet, aluguel, educação, mercado, parcelamentos, dívidas, etc.

Tente anotar todos os aspectos das suas finanças pessoais dos últimos 3 a 6 meses. Com isso, você entenderá com o que gasta, identificando gastos essenciais e aqueles desnecessários.

O próximo passo é se basear no seu histórico para planejar um orçamento. Ao fazer isso, você controla seus gastos de forma a pagar tudo que precisa.

Bem como, ainda conseguirá ter dinheiro tanto para investir, quanto para usar como quiser. Uma forma de fazer isso é utilizando e adaptando o sistema abaixo de acordo com sua realidade financeira:

  • 50% para seus gastos essenciais, podendo incluir alguns custos variáveis; 
  • 30% para lazer, educação, assinaturas, viagem, entre outros;
  • 10 a 20% para investimentos em renda fixa e variável.

O importante mesmo é cultivar o hábito de investir, mesmo que a princípio não tenha muito e sempre que possível, passe a investir mais. Com o tempo, você verá a diferença!

Caso ainda tenha alguma dúvida sobre o que são Finanças Pessoais, consulte o artigo completo sobre Finanças Pessoais.