Comgás Fecha com Governo de SP Prorrogação de Concessão até 2049
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Comgás Fecha com Governo de SP Prorrogação de Concessão até 2049

A Comgás anunciou nesta sexta-feira (01), a prorrogação do contrato com o Estado de São Paulo até 2049.

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Atualizado em 01/10/2021

A Comgás anuncia prorrogação do contrato com o Estado de São Paulo até 2049. A companhia assinou nesta sexta-feira com a Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente Do Estado De São Paulo e a Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) o 7º Termo Aditivo ao contrato de concessão de serviço de distribuição de gás canalizado, prorrogando a operação.

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O contrato original foi firmado em 1999. A prorrogação antecipada foi motivo de discórdia entre grandes consumidores, com o temor de alta de preços.

A concessão original da Comgás iria até 2029. Concluído esse período, o governo poderia renovar o contrato com o grupo Compass (da Cosan), controlador da distribuidora, ou promover uma nova concorrência pela exploração do serviço.

A decisão do governo paulista, no entanto, foi a de antecipar a prorrogação, com o argumento de que assim anteciparia também investimentos e evitaria aumentos de tarifa.

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Em comunicado, a Comgás diz que desde então com os investimentos realizados cresceu em mais de sete vezes o número de clientes e que hoje conta com 19 mil km de gasodutos para atender 2,1 milhões consumidores em 93 municípios.

O aditivo prevê metas como a conexão de 2,3 milhões de novos clientes e expansão da rede de gasodutos em mais 15,4 mil km, conectando 41 novos municípios.

“Os investimentos ocorrerão de acordo com o princípio de modicidade tarifária, sendo alinhados aos interesses do Poder Concedente, dos usuários e da sociedade”, diz em nota.

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O aditivo traz ainda a inclusão do biometano, gás de origem renovável, na matriz de suprimento e a substituição do IGP-M pelo IPCA como índice de reajuste.

A companhia destaca “a redução do impacto inflacionário que seria pago pelos clientes residenciais e comerciais nos próximos dois anos” e “a pacificação de controvérsias acerca do contrato de concessão”.

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Fonte: Estadão Conteúdo.

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