As ações do Twitter (TWTR34) subiram quase 25% nesta segunda-feira (4), depois que Elon Musk revelou que assumiu uma grande participação na empresa de mídia social.

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O CEO da Tesla (TSLA34) comprou 73.486.938 ações do Twitter por uma participação de 9,2% na empresa, mostrou um documento da SEC. Isso o torna o maior acionista externo das ações de mídia social.

A participação vale cerca de US$ 2,9 bilhões, com base no preço de fechamento da ação de US$ 39,31 na sexta-feira.

A compra de Musk ocorre menos de duas semanas depois de criticar a empresa no próprio Twitter pelo que ele diz ser sua falha em defender os princípios da liberdade de expressão.

"A liberdade de expressão é essencial para uma democracia em funcionamento. Você acredita que o Twitter adere rigorosamente a esse princípio?" Musk twittou em uma pesquisa de 25 de março.

O bilionário seguiu isso com uma série de tweets no dia seguinte, escrevendo: "Dado que o Twitter serve como praça pública de fato, não aderir aos princípios da liberdade de expressão mina fundamentalmente a democracia. O que deve ser feito?" 

Em resposta a uma sugestão de um usuário do Twitter de que ele criasse sua própria plataforma de mídia social, Musk respondeu: "Estou pensando seriamente nisso".

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Musk é um usuário frequente do Twitter e já teve problemas com a SEC por causa do uso da rede social.

A entidade acusou Musk de enganar os investidores em 2018, depois que ele twittou dizendo que estava "considerando tornar a Tesla privada por US$ 420" por ação.

Musk e Tesla liquidaram as acusações e como parte de um acordo com a SEC. A Tesla foi obrigada a aprovar qualquer um dos tweets de Musk contendo informações que pudessem afetar o preço das ações da empresa. 

O homem mais rico do mundo quer que essa parte do acordo seja descartada, argumentando em um documento recente que isso viola sua liberdade de expressão e é apenas motivo para uma "investigação contínua e de assédio".

No entanto, no início deste mês, a Securities and Exchange Commission disse que não abandonaria essa parte do acordo.

Fonte: Business Insider