A Vale (VALE3) informou nesta quinta-feira, 4, que já desembolsou desde 2019 aproximadamente R$ 22 bilhões para promover a reparação e compensação dos impactos causados pelo rompimento da barragem B1, em Brumadinho.

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Além disso, destinou quase R$ 5 bilhões para as obras de eliminação das barragens construídas a montante, o mesmo método da B1.

"A Vale segue empenhada em reparar os danos causados pelo rompimento, dando apoio às comunidades e aos municípios atingidos", disse a mineradora em nota.

Entre os avanços em seu compromisso está a assinatura, em 2021, do Acordo Judicial de Reparação Integral, no valor estimado de R$ 37,7 bilhões.

O Acordo define obrigações de fazer e de pagar da Vale, visando à reparação integral dos danos ambientais e sociais causados pelo rompimento da barragem B1.

Até o momento, aproximadamente R$ 18,5 bilhões já foram desembolsados pela empresa, entre obrigações a fazer e a pagar, isto é, custeadas pela companhia e geridas e executadas pelos compromitentes do acordo.

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A mineradora disse que também está comprometida em indenizar, o mais rapidamente possível, as pessoas que sofreram danos pelo rompimento da barragem, ou que foram realocadas em razão do aumento do nível de emergência das barragens.

Mais de 13 mil pessoas fecharam acordos com a Vale com valores que, somados, alcançam R$ 3,1 bilhões.

"A empresa reformulou sua gestão de barragens, em linha com as melhores e mais rigorosas práticas internacionais, integrada à movimentos da sociedade e considerando os avanços da legislação. Um dos pilares dessa gestão é a eliminação de barragens construídas a montante, mesmo método da estrutura de Brumadinho. Nove das 30 unidades desse tipo já não existem mais."

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Para 2022, está prevista a conclusão de outras três obras, quando a empresa terá cumprido 40% do seu Programa de Descaracterização de Barragens.

Resultado da Vale no Segundo Trimestre de 2022 

resultado da Vale (VALE3) no segundo trimestre de 2022 (2t22), divulgado no dia 28 de julho, apresentou um lucro líquido de R$ 30,0 bilhões no 2T22, queda de -25,1% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.

O Ebitda da Vale atingiu R$ bilhões no 2T22, apresentando baixa de % na comparação com o 2T21.

A margem líquida da Vale atingiu 54,6% no 2T22, apresentando crescimento de 8,5 pontos percentuais na comparação com o 2T21.

As ações da Vale (VALE3) acumulam queda de 3,97% na bolsa de valores nos últimos 7 dias e queda de 31,07% nos últimos 12 meses.

Fonte: Estadão Conteúdo.