O Twitter (TWTR34) contratou o escritório de advocacia Wachtell, Lipton, Rosen & Katz LLP para processar Elon Musk por sua decisão de encerrar o acordo de compra da rede social, disseram fontes familiarizadas com o assunto à Bloomberg.

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O escritório é especializado em litígios de fusões e tem conexões com o sistema judicial de Delaware, onde o caso será julgado. 

O Twitter planeja abrir uma ação contra o CEO da Tesla no início desta semana, disseram as fontes à Bloomberg.

O próprio Musk será representado por Quinn Emanuel Urquhart & Sullivan LLP. O escritório de advocacia ganhou com sucesso um julgamento por difamação para o bilionário em 2019. 

O conselho do Twitter disse em um comunicado na sexta-feira que estava "comprometido em fechar a transação no preço e nos termos acordados" e que entraria com uma ação legal para fazer cumprir o acordo.

"Estamos confiantes de que prevaleceremos no Tribunal de Chancelaria de Delaware", disse o conselho.

A objeção central de Musk nas últimas semanas foi sobre os dados e métodos usados ​​para estimar o número de contas falsas na plataforma. 

Seus advogados argumentam que ele não renunciou ao seu direito de inspecionar essas informações quando optou por não examiná-las antes de assinar o acordo de fusão.

Os advogados afirmam que a análise de Musk até agora indica que a porcentagem de contas falsas é “descontroladamente maior que 5%” – ao contrário das divulgações do Twitter em seus relatórios financeiros.

Especialistas jurídicos disseram ao Business Insider que Musk está enfrentando uma briga legal considerável, incluindo uma possível taxa de separação de US $ 1 bilhão, enquanto ele tenta se afastar do acordo.

Fonte: Business Insider