O que é Trabalho-Intensivo?

O Trabalho-Intensivo é um método de trabalho que necessita de muita mão de obra para a criação e produção de produtos ou prestação de serviços.

Apesar do avanço tecnológico e que diversas vezes impactam a indústria em sua linha de produção, utilizando máquinas para substituir humanos no mercado, existem os setores que são mais afetados com este tipo de trabalho-intensivo.

Entre os principais setores afetados estão os restaurantes, hotéis, agricultura, pesca e mineração que frequentemente com o avanço da tecnologia, são alterados não deixando de ser um tipo de trabalho-intensivo.

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Normalmente esse processo de produção é utilizado com frequência no Brasil, um país que ainda vive uma economia emergente, se for comparado a grandes potências mundiais no qual já existem diversos cargos automatizados.

Vantagens do Trabalho-Intensivo

Organização do Trabalho: Segundo Karl Marx, a tecnologia de certa forma ajuda no desempenho do trabalho-intensivo, produzindo cada vez mais em menos tempo. O teórico afirmava que a modernização obrigava os homens a trabalhar mais.

Em outras palavras, ao invés de um funcionário cuidar da sua parte na linha de produção, ele tinha de cuidar de outras máquinas simultaneamente, trabalhando mais do que em um ambiente com menos tecnologia.

Sendo assim, o capital intensivo leva com ele o problema organizacional do trabalho que, normalmente, é menor no trabalho-intensivo.

Custo Baixo para Manter a Força de Trabalho: Geralmente quando um equipamento é danificado, é necessário um especialista para o conserto e as peças necessárias.

Agora, os seres humanos raramente se tornam invalidados a qualquer tipo de serviço, porém existem exceções como quando se machucam ou sofrem acidentes de trabalho, nos quais contam com estratégias preventivas a fim de minimizar os riscos.

Além disso, o trabalho humano é, por natureza, criativo e pode oferecer análises e avaliações que ajudam na melhoria dos produtos, serviços e modos de trabalho.

Adequação à Governança: Já neste tópico é explicado que existem tipos de modelos teóricos na economia os quais são direcionados para a qualidade da governança do país e a técnica de produção.

Normalmente países com a governança mais instável, devido a crises internas e externas e, portanto, com economia emergente, geralmente possuem maior quantidade de companhias de trabalho-intensivo, já que uma empresa baseada em capital é alvo mais fácil de ações corruptas, por tratar diretamente com dinheiro.

Por que o Trabalho-Intensivo é incomum em grandes economias?

Para compreendermos mais a fundo o trabalho-intensivo e o porque ele não ser tão comum nos países com boa economia, é necessário entender que antes da Revolução Industrial, 90% da mão de obra, em média, vinha da agricultura.

Porém com o desenvolvimento tecnológico, a intensidade de trabalho baixou e a produtividade cresceu, com isso os funcionários intensivos começaram a fazer parte das indústrias e de suas linhas de produção em massa.

Atualmente passamos por um período no qual a tecnologia despontou, no qual hoje temos os trabalhadores em diversas áreas no mesmo segmento como a biomedicina que está relacionada à medicina.

O avanço tecnológico foi possível aos funcionários também criarem greves e manifestações que prejudicam a produtividade da companhia.

Tornando assim a própria qualidade do trabalho menos acurada, com erros humanos e mais onerosos, quando a longo prazo.

Através dos tempos muitos analistas e especialistas avaliavam o melhor caminho para que um país emergente elevasse sua economia, através disso era defendido por eles o investimento em processos trabalho-intensivos, e normalmente é o que ocorre nos dias atuais.

Entretanto, os resultados não aparentam ser tão bons assim mantendo um estilo de trabalho de uma grande quantidade de mão de obra mal paga, questionando-se até quando o método trabalho-intensivo se manterá.