A Telefônica Brasil (VIVT3), dona da Vivo, teve lucro líquido de R$ 750 milhões no primeiro trimestre de 2022, o que representa uma baixa de 20,4% em relação ao mesmo intervalo de 2021.

O principal motivo para a queda no lucro da operadora foi o aumento nas suas despesas financeiras.

Isso foi reflexo do maior endividamento para bancar as compras de licenças para o 5G e da rede móvel da Oi, combinado com aumento da taxa de juros nos últimos meses.

O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) foi a R$ 4,511 bilhões, crescimento de 1,3%. A margem Ebitda encolheu 1,3 ponto porcentual, para 20,4%.

A receita líquida totalizou R$ 11,352 bilhões, aumento de 4,6% Os custos totais da operadora subiram 7%, para R$ 6,840 bilhões.

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O resultado financeiro (saldo entre receitas e despesas financeiras) ficou negativo em R$ 524 milhões, um salto de 66,6% na mesma base de comparação anual.

A linha de custos com depreciação e amortização também pesou negativamente no balanço da Telefônica. Essa linha cresceu 5,8%, para R$ 3,074 bilhões.

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Segundo a empresa, isso ocorreu em função do início da amortização das licenças do 5G, da amortização de novas licenças de software e do maior volume de depreciação dos ativos de arrendamento.

Fonte: Estadão Conteúdo.