Leon Black é o cofundador bilionário da Apollo Global Management, uma gigante de private equity que administra mais de US$ 500 bilhões em ativos.

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A empresa com sede em Nova York é especializada em aquisições alavancadas, dívidas inadimplentes, investimentos imobiliários e fundos negociados publicamente. 

Black deixou o cargo de CEO e presidente da Apollo em 2021, depois que uma investigação do conselho descobriu seus laços com o criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein.

Conheça a trajetória e polêmicas do bilionário Leon Black.

Quem é Leon Black

Leon Black é um investidor americano, co-fundador e ex-CEO da empresa de private equity Apollo Global Management.

Black também atuou como presidente do Museu de Arte Moderna (MoMA) na cidade de Nova York de julho de 2018 a julho de 2021.

Ele possui um patrimônio estimado em US$ 8,8 bilhões pela Forbes, o que o coloca como a 197a pessoa mais rica do mundo em 2022 e na 81o colocação na lista da Forbes 400, dos norte-americanos mais afortunados.

Vida e carreira

Leon David Black nasceu em 31 de julho de 1951, filho de Eli M. Black (1921–1975), um proeminente empresário dono da United Brands Company e da artista, Shirley Lubell.

Em 1975, seu pai cometeu suicídio ao pular do 44º andar do Pan Am Building em Nova York. 

Posteriormente, tornou-se público que, na época, a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA estava investigando um suposto suborno da United Brands com funcionários do governo hondurenho.

Leon Black se formou em filosofia e história pelo Dartmouth College, em 1973 e obteve um MBA pela Harvard Business School, em 1975.

Black começou a trabalhar na Peat Marwick, que mais tarde se tornou a KPMG, mas passou grande parte do início de sua carreira no banco de investimentos Drexel Burnham Lambert.

Ele entrou no banco em 1977 e permaneceu até 1990.

Durante esse tempo, Black atuou como diretor-gerente, chefe do Grupo de Fusões e Aquisições e co-chefe do Departamento de Finanças Corporativas.

Depois que a Drexel pediu concordata em 1990, Black co-fundou a empresa de private equity Apollo Global Management com os colegas Joshua Harris e Marc Rowan.

A Apollo se tornou pública em 2011 ao realizar seu IPO na bolsa de valores de Nova Iorque (NYSE: APO).

Black deixou o cargo de CEO da Apollo em 2021 depois que uma investigação identificou seus laços com o criminoso sexual condenado, Jeffrey Epstein.

Black pagou a Epstein US$ 158 milhões entre 2012 e 2017 por serviços de consultoria.

Ele permaneceu como presidente, mas renunciou meses depois.

Black ainda possui cerca de 23% da empresa.

De 2002 a 2011, Leon Black atuou no Conselho de Curadores do Dartmouth College.

Em 2012, doou US$ 48 milhões para um novo centro de artes visuais no Dartmouth College. 

Black é casado com Debra Ressler. Eles têm quatro filhos. Um deles, dirige um fundo de investimento.

O casal realizou diversas doações filantrópicas para a New Melanoma Research Alliance, depois que Debra foi diagnosticada com melanoma em 2004.

Em 2012, Black pagou quase US$ 120 milhões por uma das quatro versões do quadro de Edvard Munch de 1895, O Grito. 

Ele é um amante das artes e tem uma coleção de classe mundial. 

De 2018 a 2021, foi presidente do Museu de Arte Moderna (MoMA) na cidade de Nova York,  sua esposa também é membro do conselho.

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