Larry Fink é cofundador, CEO e presidente de uma das maiores gestoras de ativos do mundo, a BlackRock. 

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Quando estava em baixa na indústria financeira, Fink se reuniu com mais sete sócios para fundar a BlackRock, em 1988.

Sob sua liderança, a empresa tornou-se líder global em soluções de investimento e tecnologia, o que levou ele a ser chamado de “rei indiscutível de Wall Street” pelo jornal Financial Times.

Além disso, Larry Fink é nome constante na lista dos maiores líderes do mundo da revista Fortune e dos melhores CEOs do mundo da Barron’s.

Atualmente, a BlackRock gerencia cerca de US$ 9 trilhões em ativos e detém participações significativas em grandes empresas nos Estados Unidos e no mundo.

Conheça mais da trajetória do nome por trás da poderosa empresa de gestão de investimentos, BlackRock.

Quem é Larry Fink?

Larry Fink é um empresário bilionário norte-americano, atual presidente e CEO da BlackRock, uma empresa multinacional americana de gestão de investimentos.

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Vida e carreira

Laurence Douglas Fink nasceu em 2 de novembro de 1952, em Los Angeles, um dos três filhos de uma família judia,

Seu pai, Frederick, era dono de uma sapataria e sua mãe, Lila, era professora de inglês na Universidade Estadual da Califórnia. 

Em 1974, Fink se formou em Ciências Políticas pela Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA). Dois anos depois, obteve um MBA em mercado imobiliário na escola de negócios da mesma instituição. 

A carreira de Larry Fink em Wall Street teve início em 1976, no departamento de negociação de títulos do banco de investimentos First Boston. 

Lá, Fink montou uma equipe leal e teve um rápido crescimento atuando como membro do comitê de gestão, diretor administrativo e co-chefe da Divisão de Renda Fixa Tributável.

Ele também iniciou o Departamento de Futuros e Opções Financeiras e chefiou o Grupo de Produtos Hipotecários e Imobiliários e conseguiu acrescentar cerca de US$ 1 bilhão aos resultados financeiros do First Boston. 

No entanto, seu sucesso no banco durou até 1986, quando, após um erro de avaliação, seu departamento perdeu US$ 100 milhões.

Na ocasião, Fink e sua equipe assumiram uma grande posição no mercado com base em sua previsão de que as taxas de juros subiriam. No entanto, elas caíram repentinamente.

Com o erro, Fink começou a ser evitado e acabou pedindo demissão no início de 1988. 

Pouco tempo depois, ele se reuniu com mais sete sócios e fundou a BlackRock com o objetivo de criar uma empresa de investimento baseada em alta tecnologia e um rigoroso controle de risco.

Originalmente, a empresa fazia parte do The Blackstone Group até que foi desmembrada em 1994 e abriu o capital na Bolsa de Nova York, em 1999.

No final daquele ano, a gestora já tinha US$ 165 bilhões em ativos sob gestão.

Outro fator relevante na ascensão da BlackRock inclui as aquisições da State Street Research, em 2004, e da Merrill Lynch Investment Management, em 2006 que expandiu sua presença no mercado internacional.

Além de extremamente respeitado pelo seu trabalho no mercado financeiro, Larry Fink também foi um dos pioneiros na defesa explícita dos princípios ambientais, sociais e de governança, conhecidos pela sigla ESG. 

Ele atua como membro do Conselho de Curadores da Universidade de Nova York (NYU) e do Fórum Econômico Mundial, e é copresidente do Conselho de Curadores do Langone Medical Center da NYU. 

Além disso, atua nos conselhos do Museu de Arte Moderna, do Conselho de Relações Exteriores e do Comitê de Resgate Internacional. 

Ele também atua no Conselho Consultivo da Escola de Economia e Gestão da Universidade Tsinghua, em Pequim, e no Comitê Executivo da Parceria para a Cidade de Nova York.

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