O CEO e Presidente do JPMorgan Chase & Co, Jamie Dimon, vem de uma família de profissionais financeiros e bancários e, desde o início de sua carreira, desempenhou papéis importantes em instituições financeiras.

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Dimon se tornou CEO do JPMorgan em 2006 e presidente da empresa no ano seguinte. Sob sua liderança, a instituição se tornou o maior banco dos EUA em ativos consolidados e o maior banco do mundo em receita de banco de investimentos.

Durante sua trajetória, Jamie também participou da construção do Citigroup Inc. e do Bank One.

A Forbes estima o patrimônio de Jamie Dimon em US$ 1,8 bilhão, o que o coloca como o 1804º na lista de bilionários de 2023.

Dimon também foi incluído nas listas de 2006, 2008, 2009 e 2011 da revista Time das 100 pessoas mais influentes do mundo.

Conheça mais do executivo que dirige o maior banco dos EUA em termos de ativos.

Quem é Jamie Dimon

Jamie Dimon é um empresário e executivo financeiro bilionário americano, presidente do conselho e CEO do JPMorgan Chase & Co., uma empresa global de serviços financeiros. 

Vida e carreira

James Dimon nasceu em 13 de março de 1956, na cidade de Nova York, nos Estados Unidos, um dos três filhos de Teodoro e Têmis Dimon.

De família de descendência grega, seu avô trabalhava no Banco de Atenas e mudou o sobrenome de Papademetriou para Dimon. Tanto seu avô, como o pai de Jamie eram corretores da bolsa de valores.

Depois de se formar com ênfase em psicologia e economia na Tufts University, Dimon trabalhou na consultoria de gestão no Boston Consulting Group por dois anos antes de se matricular na Harvard Business School.

Durante o verão, trabalhou na Goldman Sachs. Em 1982, obteve seu MBA pela Harvard Business School.

Dimon recusou ofertas de várias grandes empresas, como Goldman Sachs, Morgan Stanley e Lehman Brothers, para assumir um cargo na American Express Co. com o executivo financeiro Sandy Weill, seu mentor. 

Embora Weill não pudesse oferecer a mesma quantia de dinheiro que os outros, ele prometeu a Dimon que se "divertiria". 

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Em 1985, deixou a American Express junto com Weill para assumirem a Commercial Credit, uma empresa de financiamento ao consumidor.

Aos 30 anos, Dimon tornou-se diretor financeiro (CFO) e, mais tarde, presidente da empresa. 

Uma de suas realizações mais notáveis ​​na época foi a transformação massiva da Commercial Credit. Através de um número significativo de aquisições, incluindo a compra da Primerica Corp. em 1987 e da The Travellers Corp, Dimon e Weill conseguiram formar um grande conglomerado de serviços financeiros.

Dimon atuou como Presidente e Diretor de Operações da Travellers de 1990 a 1998, enquanto atuava simultaneamente como Diretor de Operações de sua subsidiária Smith Barney Inc..

Mais tarde, ele se tornou co-presidente e co-CEO quando Smith Barney e Salomon Brothers se fundiram. 

Em 1998, após anos de expansão, o Travellers Group uniu-se à grande empresa financeira Citicorp. e formou o Citigroup, com Dimon como presidente da nova empresa.

Numa jogada surpresa, Weill despediu Dimon do Citigroup em 1998, depois dos dois terem trabalhado juntos durante mais de uma década.

Houve rumores na época de os dois discutiram sobre Dimon não promover a filha de Weill, mas não se sabe o motivo exato da ruptura.

Dimon se recuperou rapidamente e, em 2000, tornou-se presidente e CEO do Bank One, que era o quinto maior banco do país, na época.

Quando o JPMorgan Chase se fundiu com o Bank One em 2004, Dimon se tornou presidente e diretor de operações da empresa combinada.

Em 2005, Jamie Dimon foi nomeado CEO do JPMorgan Chase e em 2006, foi nomeado Presidente do Conselho. Ele atua nessas funções desde então.

Pouco depois de Dimon assumir a liderança do JPMorgan Chase, a crise financeira de 2007-2008 começou. 

Dimon liderou a empresa durante a crise e sua decisão de se desfazer de 12 bilhões de dólares em hipotecas subprime, em 2006, acabou por proteger o banco dois anos depois.

No meio da crise, o JPMorgan expandiu-se rapidamente, comprando o Bear Stearns e o WaMu. 

Sob a liderança de Dimon, o JPMorgan Chase tornou-se o banco norte-americano líder em ativos nacionais sob gestão, valor de capitalização de mercado e valor de ações negociadas publicamente.

Em março de 2008 ele foi membro do conselho Classe A do Federal Reserve Bank de Nova York . 

Dimon foi diagnosticado com câncer na garganta em 2014, tirou licença do trabalho em 2015 após receber tratamento e depois voltou a trabalhar em tempo integral.

Além do JPMorgan, Dimon atua nos conselhos de administração de diversas instituições sem fins lucrativos, incluindo a Business Roundtable, o Bank Policy Institute e a Harvard Business School. 

Além disso, ele atua no comitê executivo do Conselho Empresarial e da Parceria para a Cidade de Nova York, e é membro do Fórum de Serviços Financeiros e do Conselho de Relações Exteriores.

Dimon é casado desde 1983 com Judith Kent, que conheceu na Harvard Business School. Eles têm três filhas: Julia, Laura e Kara Leigh.

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