Resumo

  • O modelo da assessoria de investimentos não é o melhor para o cliente;
  • O assessor é uma extensão da corretora e recebe comissão pela venda de produtos financeiros;
  • Por isso, estes profissionais trabalham conflitados.

Quem ganha mais quando um assessor de investimentos te convence a fazer um novo aporte em um produto? Você ou ele?

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Embora alguns agentes autônomos possam fornecer um bom serviço a seus clientes, ele trabalha conflitado. Afinal, ele é a extensão de uma corretora de valores.

O problema não é do profissional em si, mas do modelo de negócios que ele atua que não foi projetado para dar suporte ao cliente final.

O que é Conflito de Interesses

O conflito de interesses ocorre em bancos e corretoras que trabalham no modelo de comissionamento.

Quando você escolhe um profissional conflitado, independente de confiar no seu trabalho ou de como for essa relação, você já sai perdendo, pois é impossível garantir que seus objetivos e seu patrimônio serão priorizados.

Por causa da falta de conhecimento e da falha na divulgação de como funciona esse tipo de serviço, milhares de brasileiros têm em suas carteiras produtos desalinhados com seus objetivos "empurrados" pelas instituições.

Caso você ainda esteja em dúvida se deve ou não contratar um assessor de investimentos, veja mais como esse conflito ocorre.

Assessor é remunerado por comissão

Você já deve ter ouvido falar que quando o gerente do seu banco indica produtos, na verdade, precisa bater metas e quem ganha é ele e o banco.

Nas corretoras, algo semelhante pode acontecer quando um assessor de investimentos te apresenta um novo produto. 

O assessor é remunerado por comissões e esses custos estão escondidos atrás da falta de transparência. 

Em vez do investidor pagar diretamente para o agente autônomo, este profissional recebe uma porcentagem de cada produto financeiro que ele indica.

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Por isso, há a falta percepção de que esse serviço é gratuito quando, na verdade, não é.

É o cliente que paga indiretamente essa comissão pela alta rotatividade de sua carteira.

Para você entender como isso funciona, imagine que você vai investir em um CDB ofertado pela sua corretora e oferecido pelo seu assessor.

Esse CDB é um título que pertence a um banco que paga uma comissão para a corretora por ofertar o seu produto em sua plataforma.

A corretora divide essa comissão com o assessor de investimento que "vendeu" esse produto.

Por isso que se diz que o investidor não está pagando nada pelo serviço.

Mas pense bem:

Se o assessor ganha por produto, será que ele não pode oferecer produtos desalinhados com os objetivos e perfil do cliente?

Ou sugerir rodar mais a carteira simplesmente para ganhar mais comissão?

Essa resposta nós nunca saberemos. O que se sabe é que o assessor trabalha conflitado.

Por outro lado, o consultor de investimentos tem um modelo alinhado com o que o cliente quer, porque não recebe pela indicação de produtos. Eles são a versão moderna de todo mercado.

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Como eliminar o conflito de interesse

Os conflitos de interesse surgem quando os objetivos financeiros ou interesses entre consultores e clientes não se alinham.

Empresas de assessoria financeira têm afiliações com corretoras e geralmente remuneram seus especialistas pelo modelo de commission based, ou seja, recebem uma remuneração baseada em comissões pela venda de produtos.

As comissões estão embutidas nos produtos vendidos e, em alguns casos, a porcentagem varia de acordo com cada investimento.

Esse é um modelo conflitado porque não se sabe se os produtos estão realmente alinhados aos interesses dos clientes. 

Uma das principais diferenças entre assessor e consultor de investimentos é justamente a forma de remuneração.

Uma consultoria de investimentos usa a forma de remuneração fee based e elimina 100% o conflito de interesses.

Nesse modelo, a remuneração do trabalho do consultor é feita por meio de uma taxa única. 

Portanto, não há metas, nem comissões envolvidas nas recomendações de investimentos. 

Outra grande diferença é que o consultor não tem vínculo com nenhuma instituição financeira, diferente do assessor que trabalha para uma.

Dessa forma, o consultor está livre para encontrar os melhores produtos e soluções.

O papel de um consultor de investimentos não é vender produtos financeiros. Justamente por isso, ele é imparcial e tem interesses alinhados aos dos clientes, contribuindo para que as escolhas sejam feitas de maneira mais transparente e segura.

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