Onde Investir na Crise Financeira e os Melhores Investimentos
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Onde Investir na Crise Financeira e os Melhores Investimentos

Conheça os melhores investimentos para lucrar na Bolsa de Valores durante a Crise Financeira.

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Atualizado em 02/09/2020

Épocas de turbulência no mercado podem significar grandes oportunidades para investir e lucrar durante a Crise Financeira.

A crise causada pelo coronavírus pegou muitos investidores de surpresa. Os últimos meses foram marcados pela alta volatilidade e queda das bolsas de valores do mundo todo.

Cenários de Bear Market impactam fortemente o emocional dos investidores. Surgem dúvidas, receios e a incerteza de onde investir na Crise Financeira.

Momentos de baixa não devem ser motivo para você ficar desanimado e deixar de investir. Pelo contrário, este é um bom momento para aproveitar as oportunidades que o mercado oferece.

Quem tem chances de investir na Crise Financeira certamente terá seu retorno quando a alta vier.

Tome como exemplo os grandes investidores da Bolsa que lucraram em tempos de vacas magras.

Crises econômicas não costumam permanecer mais que alguns anos, mas quando aparecem, jogam os preços dos ativos para baixo.

Cabe ao investidor a capacidade de analisar e selecionar os melhores investimentos.

“Crise financeira é um ótimo momento para investidores profissionais e um momento horrível para a média” – Robert Kiyosaki.

Então, você está pronto para saber onde investir na Crise Financeira e lucrar com ela?

Leia até o final e como investir na crise e os melhores investimentos para ganhar dinheiro com a baixa do mercado.

Entenda o momento econômico

O primeiro passo para saber onde investir na crise financeira é entender o momento econômico em que se encontra.

A economia é cíclica, ou seja, alterna etapas de crescimento econômico com fases de contração, formando os chamados ciclos econômicos.

Uma crise econômica é um período de escassez que altera o nível produção, comercialização e consumo de produtos e serviços que leva o país a recessão.

Esta retração geral na atividade econômica tem como consequência a queda do PIB, aumento do desemprego, redução da renda familiar, menor taxa de lucro, aumento da inadimplência, entre outros.

Existem diversas causas e tipos de crises. Uma crise econômica, seja de um setor ou geral, influencia o desempenho das empresas e consequentemente, afeta o valor de suas ações.

Nos últimos meses o mercado financeiro mundial atravessou um período de fortes emoções.

Com a pandemia de coronavírus, os investidores entraram em pânico, o índice VIX foi às alturas e se lançou em uma onda de vendas de ações em todo o mundo.

O efeito manada levou causou uma forte queda Bolsas mundiais, inclusive na Bolsa Brasileira (B3).

De janeiro a março deste ano o principal índice da B3, o Ibovespa, amargou perdas de 37%, derrubando quase todas as ações que dele fazem parte.

Foi o pior trimestre da história com o recorde de acionamentos do “circuit breaker”.

As ações que mais caíram chegaram a perder mais de 50%, 60% e 70% do seu valor em bolsa em março de 2020.

O destaque vai para empresas do setor aéreo, setor do turismo e setor hoteleiro, além de grandes exportadoras de commodities.

O Coronavírus deve trazer consequências graves para a economia mundial.

No Brasil, espera-se uma recessão de quase 3% em 2020.

Alguns institutos de pesquisa estão prevendo que o desemprego deva chegar aos 40 milhões de pessoas.

O cenário é completamente novo. Crise financeira e alto desemprego era algo inimaginável cerca de 4 meses atrás.

Por isso, é essencial saber como escolher as melhores ações para investir hoje.

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Controle seu emocional

Momentos de crise mexem com o emocional do investidor.

Quem tem investimentos em renda variável se viu no centro do furacão nos últimos meses.

Momentos de quedas acentuadas do mercado são assustadoras.

Não há como ficar completamente tranquilo vendo seu patrimônio reduzir 10%, 20%, 30% em poucos dias. 

Então o que a maioria dos investidores fazem?

Com medo de perder mais dinheiro, vendem rapidamente as ações sem se darem conta que essa decisão, tomada na emoção, é que acaba resultando em prejuízo.

O aspecto comportamental afeta diretamente os investimentos.

Nem sempre vender um ativo só porque todos estão vendendo, é um bom negócio. O medo e a aversão à perda induzem ao que chamamos de “efeito manada”.

Em primeiro lugar é preciso pôr a cabeça no lugar.

Com crise ou sem crise, quem fez a lição de casa e investiu em ações com bons fundamentos e foco no longo prazo não tem motivo para mudar de estratégia.

Só reavalie os investimentos se os seus objetivos mudaram ou se a empresa não se mostrar mais um bom negócio.

Crises são superadas e, historicamente, não costumam alterar a perspectiva de longo prazo da Bolsa de Valores. 

Entenda sua situação financeira

Por conta da insegurança que períodos de crise financeira trazem, é fundamental focar na reserva de emergência.

Como não se sabe o dia de amanhã, você deve possuir um montante suficiente para custear a sua vida durante alguns meses (de 6 a 12 meses do seu custo de vida).

Assim, caso haja algum imprevisto como uma demissão ou uma doença, terá para onde recorrer.

Caso ainda não possua uma reserva de emergência, deve primeiramente criá-la investindo em títulos de renda fixa com liquidez diária, como:

Se você já possuir um bom planejamento financeiro pessoal, uma reserva de emergência sólida e dinheiro em caixa, o período de crise é momento de investir e aproveitar as oportunidades.

Procure por oportunidades

Se por um lado as crises são momentos delicados em que a economia desacelera, a taxa de desemprego se eleva e o mercado de ações despenca.

Por outro, são repletas de oportunidades.

Momentos de crise financeira são como uma grande promoção para os investidores inteligentes.

Já que podem adquirir ações de boas empresas a preços descontados.

Isso significa comprar ações boas e baratas. Verdadeiras pechinchas.

Assim, o momento é ideal para ficar atento às oportunidades e descobrir onde investir na crise financeira.

Em 2008, enquanto milhões de investidores amargaram grandes perdas, o megainvestidor Warren Buffett mantinha a frieza e garimpava boas oportunidades.

O resultado das compras veio 5 anos depois com retornos na casa de US$ 10 bilhões.

O Oráculo de Omaha segue à risca sua célebre frase:

Seja medroso quando os outros são gananciosos, e seja ganancioso quando os outros estão com medo.

Embora certo, este é um conceito ainda pouco exercido pela maioria dos investidores comuns em momentos de pânico.

Aproveite a crise para investir aos poucos, comprando ações de empresas sólidas, com bons fundamentos, com foco no médio a longo prazo.

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Melhores investimentos na crise

Para o investidor que tem recursos disponíveis, momentos de crise financeira é uma oportunidade para fazer bons negócios.

Durante uma crise, o investidor pode encontrar condições que não acharia em períodos de crescimento econômico.

Por isso, embora esses momentos possam ter riscos, também apresentam oportunidades de ganhos.

Com a queda no consumo e consequente queda no preço das ações, um investimento que se beneficia muito com as crises é o investimento na Bolsa de Valores.

Fortes crises se tornam grandes oportunidades para a construção de fortunas.

O mercado em baixa favorece o investidor do Value Investing, já que é possível encontrar papéis de boas empresas abaixo do seu valor intrínseco.

Aproveitar para comprar ações de boas empresas, que pagam dividendos são as preferidas por quem investe em ações com foco na aposentadoria ou independência financeira.

Porém, tempos de crise também são épocas de maior volatilidade, por isso, a renda fixa deve continuar na carteira do investidor

Ações

O mercado de acionário se mostra um dos melhores investimentos seja em cenários críticos ou não. 

Portanto, mesmo em recessão, o momento é da Bolsa de Valores.

Para aqueles que já possuem parte da carteira em ações, o Bear Market exige paciência e sobriedade, mas também atenção para as novas oportunidades.

Aproveite o momento de baixa para buscar ativos bons e baratos

No entanto, tenha calma. Apesar de ser uma boa hora para comprar, o recomendado é ir montando suas posições aos poucos.

Faça seus investimentos de forma gradativa e fazendo um preço médio, pois ninguém sabe até quando a bolsa vai cair.

Ao investir na crise financeira você deve focar na qualidade das empresas.

Como escolher as melhores ações para investir hoje?

Sua atenção deve estar em ações de empresas sólidas, com baixo nível de endividamento, resultados consistentes e com perspectivas interessantes

Tenha na carteira um bom mix de setores

Nos momentos de crise os setores que tendem a permanecerem mais estáveis são os provedores de bens de consumo básicos, energia elétrica e saneamento, bancos e algumas empresas com receita dolarizada.

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Renda fixa

Uma boa alocação de ativos contempla uma parcela do patrimônio alocado em renda fixa, a qual serve de caixa para aproveitar as oportunidades.

Por mais que a taxa de juros no Brasil continue baixa e que seus investimentos na renda fixa não rendam muito, é importante ter liquidez para o curto prazo.

Já para objetivos de prazos mais longos a Bolsa segue sendo a melhor opção de ganho real.

Para evitar perdas é muito importante saber qual investimento de baixo risco escolher.

Por exemplo, a poupança continua não sendo um investimento recomendado.

O mais inteligente a se fazer é procurar um investimento de renda fixa, que oferece rendimentos acima da inflação e baixos custos.

As opções para ter caixa para investir na crise são os fundos DI e títulos públicos pós-fixados, que acompanham a variação dos juros de mercado.

Para quem pretende deixar o dinheiro aplicado por até três meses, o dinheiro pode ir para um ativo de liquidez diária, como fundo DI ou Tesouro Selic.

Mas evite os fundos de renda fixa conservadores com taxas de administração acima de 1% para não comprometer o rendimento.

Para quem planeja investir por períodos maiores, algumas alternativas são os Certificados de Depósito Bancário (CDBs), as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e as Letras de Crédito Agrícola (LCAs) e títulos do Tesouro Direto indexados ao IPCA.

Proteção contra a crise

Crises são eventos fora do radar, mas acontecem. Por isso, o investidor precisa estar preparado.

O investidor que diversificou a carteira e tem foco no longo prazo não teria o porquê se preocupar com a crise. 

Existem inclusive ativos que acomodam as fortes oscilações de outros investimentos em renda variável e minimizam uma eventual perda em períodos turbulentos.

Embora o momento de crise não seja o melhor para investir neles, aqueles investidores que já possuíam estes ativos, podem até ganhar dinheiro na crise.

São eles:

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Investir na Crise Financeira Vale a Pena?

Períodos de crise são normais e o investidor inteligente sabe que mais cedo ou mais tarde eles virão.

O que nos resta é nos preparar e saber aproveitar estes momentos do mercado em baixa da melhor maneira possível.

Embora sejam momentos de grande euforia e volatilidade, não há motivos para desespero quando se tem perspectiva para o longo prazo e sua estratégia baseada na análise fundamentalista.

Não há muito o que se fazer “agora”. Pense no que é preciso fazer sempre.

Eventos como esse não mudam a estratégia de investimentos de investir em ações de boas empresas com foco no longo prazo.

Pois o que determina os rumos do mercado, no longo prazo, são os fundamentos.

O investidor que tem dinheiro em caixa deve sim aproveitar os períodos de baixa do mercado para investir na crise.

Momentos como esses são marcados por euforia e um pessimismo muito forte que acabam por jogar os mercados ainda mais para baixo.

Os preços das ações estão muito bons de modo geral. Está difícil encontrar algo caro nesse momento.

É hora de acumular ações de empresas sólidas, que estão com o preço mais baixo, porque no longo prazo, elas vão se reerguer e voltar a gerar lucro.

As ações boas empresas têm como característica reportar lucros positivos consistentes e crescentes ao longo dos anos.

Independente de circuit breaker, de crise do petróleo, de Coronavírus, seja lá o que for.

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