Qual será a aparência do metaverso? Ele realmente vai se tornar alguma coisa? Ninguém sabe, mas o entusiasmo em torno dos mundos virtuais está movimentando esse mercado.

Quer Aumentar a Rentabilidade dos Investimentos? Receba um Aconselhamento Gratuito.

O termo metaverso se refere a mundos totalmente onlines nos quais as pessoas criam avatares para jogar, trabalhar, construir coisas, assistir a eventos virtuais e negociar NFTs (token não fungíveis).

Gigantes da tecnologia, como o Meta, antigo Facebook (FBOK34), querem entrar e atualmente estão desenvolvendo seus espaços.

Games do tipo jogue para ganhar desenvolvidos na tecnologia blockchain são a nova febre e até mesmo instituições mais tradicionais estão ficando muito animadas com seu potencial de geração de dinheiro.

Nada impulsionou mais esse novo investimento do que as enormes transações de propriedades com parcelas de terrenos virtuais sendo negociados por milhões de dólares.

Bem no centro desse boom está o The Sandbox, um metaverso descentralizado baseado em blockchain. Um pedaço de terreno virtual dentro dele foi vendido por US$ 4,3 milhões.

No total, o Sandbox obteve US$ 211 milhões em vendas de terrenos.

Entusiastas dos criptoativos, criadores e jogadores também foram atraídos para o universo, As criptomoedas relacionadas ao metaverso foram as que mais valorizaram esse ano.

Só o token nativo do The Sandbox, SAND, aumentou mais de 9.000% desde o ano passado.

Sebastien Borget, cofundador da empresa de jogos e atual diretor de operações do The Sandbox, explica o que está acontecendo com o metaverso na visão dele.

"Até agora a recepção tem sido boa e temos milhares de usuários jogando simultaneamente [na versão alfa]", disse Borget ao Insider. Mesmo assim, ele acrescentou: "Ainda é muito cedo".

Qual Criptomoeda Comprar Hoje? Baixe Grátis o Relatório da Criptomoeda Promissora para 2022.

Economia digital

Em entrevista à Business Insider, Sebastien Borget prevê que o metaverso se tornará uma economia digital com concertos virtuais, galerias de arte, museus e práticas arquitetônicas.

Ele está muito animado com a chegada do lendário rapper Snoop Dogg ao The Sandbox, pronto para fazer shows virtuais. 

Em uma nova venda, um usuário desembolsou US$ 450 mil por um pedaço de terra perto da mansão de Snoop no metaverso.

Este foi o preço mais caro por metro quadrado de um terreno até agora.

Os primeiros metaversos, como The Sandbox e Decentraland, têm suas raízes na tecnologia descentralizada do blockchain, com transações em tokens digitais.

Para Borget, a tecnologia blockchain é extremamente útil para permitir que os usuários possuam o conteúdo que criam no Sandbox. 

Também permite a existência de redes complexas sem que nenhuma entidade tenha o controle geral. 

Por exemplo, a quantidade de terreno no The Sandbox é finita, disse Borget, e é governada por um contrato inteligente escrito no blockchain.

“Estou trabalhando para aumentar a parte descentralizada do metaverso, onde permitimos que os usuários realmente possuam sua identidade e sejam autossoberanos”, disse ele.

Mas como as empresas de metaverso ganham dinheiro?

Empresas como a The Sandbox pretendem ganhar dinheiro por meio de inúmeras taxas cobradas aos usuários. 

O Sandbox, por exemplo, ganha 5% cada vez que alguém compra ou vende qualquer coisa com o token SAND.

Metaverso está atraindo grandes marcas

O cofundador do Sandbox acredita que negócios com grandes marcas são essenciais para criar uma economia vibrante no metaverso e atrair usuários. 

Museus e galerias de arte podem estar longe, mas até agora The Smurfs, Care Bears e The Walking Dead já se inscreveram.

A visão de Borget sobre o metaverso é de um lugar peculiar onde a diversão é fundamental. Por isso, atrairá muita gente.

"Os avatares ... terão acesso a experiências muito diversas e culturalmente diversas", disse ele. "E isso o torna um lugar atraente para se estar."

Fonte: Business Insider

Qual Criptomoeda Comprar Hoje? Baixe Grátis o Relatório da Criptomoeda Promissora para 2022.