O cachorro caramelo é considerado o verdadeiro mascote do Brasil. Conhecido como um cachorro de raça não definida, o animal foi eternizado em uma coleção de tokens não fungíveis (NFTs) lançada este ano.

A coleção "Cachorro Caramelo NFT" é composta por 10.000 NFTs com graus de raridade variáveis baseados na blockchain do Ethereum (ETH).

O típico cachorro caramelo pode conter acessórios que também simbolizam elementos da cultura brasileira, como, por exemplo, funkeiro, cangaceiro, entregador, pagodeiro e torcedor de futebol, só para citar alguns.

Os NFTs podem ser adquiridos através do marketplace OpenSea.

Lançada em janeiro de 2022, até esta quarta-feira (2), a coleção já movimentou 34,4 ETH, aproximadamente R$ 523.000 na cotação atual.

O preço base de um Cachorro Caramelo NFT está em 0,025 ETH (R$ 380), de acordo com dados do OpenSea.

O projeto inspirado no símbolo nacional visa criar uma comunidade de apaixonados por cachorros capaz de promover impactos positivos no mundo real.

Para isso, 40% do valor das vendas é doado para instituições que ajudam animais em situação de risco. 

Em uma página de transparência no site, o projeto informa que já doou R$ 36.026 para as instituições: Associação Defensora dos Animais, de Londrina (PR), o Instituto Pata Voluntária, sediado em Maceió (AL), e a ONG Bendita Adoção, de São Paulo (SP). 

Além disso, o projeto arrecadou R$ 2.200 adicionais através de campanhas paralelas à coleção.

Os criadores do projeto são os amigos Rodrigo e Walysson, de Londrina (PR), que, insatisfeitos com a vida profissional, resolveram apostar nos NFTs e fazer uma coleção tipicamente brasileira.

Segundo entrevista para a Época Negócios, a inspiração do cachorro de Rodrigo e de uma campanha na internet que pediu para o Banco Central colocar o cachorro caramelo na cédula de R$ 200.

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