Magazine Luiza (MGLU3) anuncia medidas para enfrentar crise
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Magazine Luiza (MGLU3) anuncia medidas para enfrentar crise

Para superar a crise causada pelo Coronavírus, Magazine Luiza comunica pacote de medidas financeiras e trabalhistas.

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Atualizado em 08/04/2020
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Para superar a crise causada pela pandemia de Coronavírus, Magazine Luiza (MGLU3) comunica pacote de medidas financeiras e trabalhistas.

Na última terça-feira, 07 de abril, a Magazine Luiza apresentou um conjunto de medidas que foram elaboradas para que a empresa possa enfrentar a atual crise.

A primeira medida é a captação de recursos. A varejista pretende captar R$ 800 milhões, realizando a emissão de debêntures.

O objetivo seria garantir ao máximo a preservação do caixa.

A empresa encerrou o ano de 2019 com aproximadamente R$ 7 bilhões em caixa, incluindo recebíveis.

Conforme o comunicado, apesar de estar em uma posição confortável de liquidez, a medida é necessária, por duas razões.

Em primeiro lugar, porque não existe uma noção clara da dimensão e extensão da crise. Em segundo lugar, porque faz parte de uma preparação financeira para o momento da retomada econômica.

Além da emissão de debêntures, o Magazine Luiza também pretende tomar medidas em relação aos funcionários.

Não deve haver desligamentos. Luiza Trajano, presidente do conselho, vem defendendo publicamente que as empresas não demitam nesse período.

Então, a empresa lançará mão da MP 936, que prevê a possibilidade temporária de suspensão dos contratos de trabalho e redução de jornadas e salários.

Por enquanto, a empresa não especificou qual das alternativas será adotada.

Enquanto isso, o Magazine Luiza oferece aos funcionários uma versão remota do aplicativo de vendas, com integração com as redes sociais.

A ferramenta permite fazer vendas mesmo com as lojas fechadas.

Além disso, antecipou férias, pagou auxílio-creche em dobro e aumentou a remuneração das equipes de logística e distribuição da empresa.

Anteriormente, a varejista já tinha anunciado outras decisões frente à crise.

Uma delas foi a redução dos salários do presidente e do vice-presidente de operações em 80%, por três meses; de 12 diretores executivos e 7 membros do conselho de administração em 50%; e dos demais diretores em 25%.

As assembleias gerais ordinária e extraordinária de acionistas foram adiadas, bem como a divulgação dos resultados do 1T20, com nova previsão para o final de julho.

Segundo informa a empresa, as medidas foram desenvolvidas em razão da “situação sem precedentes” gerada pela pandemia, afirmando que a crise “não poupa indivíduos, organizações ou economias”.

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