Hoje vamos lembrar de um episódio marcante para a política brasileira e que afetou a bolsa de valores: o Joesley Day.

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Ocorrido no dia 17 de maio de 2017, o Joesley Day foi o dia que houve a divulgação do conteúdo de uma conversa entre o ex-presidente Michel Temer e o empresário Joesley Batista, estabelecendo uma crise política que comprometeu a aprovação da reforma da previdência naquele momento.

Na conversa, Michel Temer dava aval para que fosse comprado o silêncio do ex-presidente da Câmara de Deputados, Eduardo Cunha.

Por toda a instabilidade política daquele momento e pela certeza que a pauta da reforma da previdência não seria mais avançada, os efeitos dos eventos desse dia foram desastrosos para o mercado financeiro, desencadeando até um circuit breaker.

Na ocasião, a bolsa chegou a cair pouco mais de 10% no dia.

E em cerca de 3 semanas, a bolsa já havia recuperado as perdas daquele desastre.

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Aquele dia aprendemos que ruídos nos dão grandes oportunidades.

Ações de ótimas empresas chegaram a cair 20% no pregão, o que abriu uma grande oportunidade para investidores atentos aproveitarem aquele negócio de ocasião.

Não é diferente da situação das ações de boas empresas hoje.

É claro, não é fácil.

Mas o value investing funciona porque dói, porque não é todo mundo que consegue colocar em prática na hora mais necessária.

Mas qual a diferença daquele dia para os tempos atuais?

Na ocasião, tivemos uma queda súbita, o que criou um senso de urgência grande nos investidores.

Ali se criou um sentimento de “vou comprar tudo o que der antes que suba”.

Mas agora é diferente. E essa diferença está impedindo os investidores de fazer a coisa certa.

Estamos há 11 meses em um processo concomitante de queda da bolsa de valores e alta da taxa de juros.

Se em uma queda súbita o investidor age, em um cenário de perdas a conta gotas o investidor paralisa.

Ou pior, vende na pior hora.

Hoje não vou entrar no mérito do porquê a bolsa brasileira vem caindo.

A questão é ver um simples e curioso movimento.

Os maiores vendedores de ações nesse período foram os investidores pessoa física, ao passo de que quem comprou esses ativos vendidos foram os investidores institucionais e os gringos.

Quem está certo? Apenas o tempo vai dizer, mas você já deve imaginar o final da história.

Nos últimos anos, muitos novos CPFs entraram na bolsa e é impossível conceber que tenham surgido 5 milhões de value investors.

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Na verdade, até os mais convictos acabaram cedendo aos vieses comportamentais e caindo fora.

E isso nos mostrou que não basta ter as frases de efeito de Warren Buffett na ponta da língua, mas também saber agir de acordo.

O Grupo GuiaInvest existe para ajudar o investidor pessoa física, justamente quem sofreu o maior revés nos últimos meses.

Se isso aconteceu, tivemos nossa parcela de culpa no sentido de não ter impactado o número de pessoas o suficiente com a nossa mensagem.

E por isso vamos dar um passo adiante… vamos querer conhecer você mais de perto, para que todos os seus medos e angústias possam ser sanados para que os seus objetivos possam ser conquistados.

Convido você a responder a nossa pesquisa (juro que é rápida) para que logo mais possamos bater um papo sobre a sua situação atual.

Sabemos que a situação não é das melhores e queremos ajudar da maneira mais genuína possível.

Tudo passa!