Mais de três décadas depois o Índice Nikkei atingiu um máximo recorde, ultrapassando os níveis vistos pela última vez em 1989. 

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A alta foi liderada por um grupo de ações de chips ligados ao boom da IA, como a Tokyo Electron, que fabrica equipamentos para fabricação de semicondutores, e a Advantest, que fabrica equipamentos de teste de chips e é fornecedora da Nvidia, informou o Insider.

A medida empurrou o Nikkei 225 para 39.099 pontos na quinta-feira (22), superando o recorde anterior de 38.915, registrado em 29 de dezembro de 1989.

Naquela época, o colapso da bolha especulativa na Bolsa de Tóquio, levou a economia do país ao que se chamou de "décadas perdidas".

Agora parece ser diferente. Apesar do Japão ter recentemente entrado em recessão técnica e perdido o terceiro lugar nas economias mundiais para a Alemanha, as ações do país têm se recuperado.

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A explosão da IA ​​ignorou a crise econômica e ajudou a catapultar o mercado de ações do país para cima. 

O índice de referência da Bolsa japonesa teve alta de 28% em 2023, o melhor rendimento anual em 10 anos, e já acumula um crescimento de quase 17% este ano.

Além do boom da IA, a desvalorização do iene também proporcionou um vento favorável para as ações japonesas, deixando-as mais atrativas para os investidores estrangeiros, inclusive para Warren Buffett.

A maior procura pode ajudar a aumentar os lucros das empresas que vendem produtos no exterior.

Fonte: Business Insider

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