A Energisa (ENGI11) informou nesta segunda-feira (25), que o consumo consolidado de energia elétrica, cativo e livre (9180,1 GWh), nas áreas de concessão do Grupo Energisa, apresentou um aumento de 1,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.

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No trimestre, as classes que mais contribuíram para o resultado foram as classes comercial, outros e industrial.

Os principais motivos que orientaram o aumento no consumo de energia do período foram a retomada de atividades presenciais e a melhora do quadro sanitário.

A classe industrial também apresentou crescimento acima da média, com destaque para alimentícios.

No mês, 7 de 11 distribuidoras apresentaram aumento no consumo de energia em suas áreas de concessão, em especial a EMT (5,4% ou 124,6 GWh), ERO (4,5% ou 37,5 GWh) e EPB (2,2% ou 24,7 GWh).

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A classe comercial (5,8% ou 93,9 GWh) obteve o maior aumento de consumo no trimestre, com a EMT (9,8% ou 40,7 GWh), EPB (7,7% ou 14,5 GWh) e ESE (8,1% ou 11,0 GWh) registrando as maiores altas.

O resultado na classe comercial foi puxado principalmente pelo retorno mais intenso de atividades presenciais, com destaque para distribuidores de alimentos, varejistas, shoppings e supermercados.

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Por fim, a classe rural, registrou queda puxada pelas concessões EMS (-15,3% ou -25,3 GWh), ESS (-19,7% ou -18,8 GWh) e EPB (- 19,1% ou -14,1 GWh).

A classe rural foi impactada pela combinação de menor uso de irrigação (chuvas acima da média, ante seca em 2021 e 2020), beneficiamento mais curto de algodão (EMT), revisão cadastral e base mais elevada.

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Resultado da Energisa no Primeiro Trimestre de 2021

resultado da Energisa (ENGI11) no primeiro trimestre de 2022 (1t22), divulgado no dia 12 de maio, apresentou um lucro líquido de R$ 506,2 milhões no 1T22, uma baixa de -42% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.

O Ebitda da Energisa atingiu R$ 1,8 bilhão no 1T22, apresentando crescimento de 35,8% na comparação com o 1T21.

A margem Ebitda da Energisa totalizou 32,1% no 1T22, apresentando crescimento de 5,5 pontos percentuais na comparação com o 1T21. 

A margem líquida da Energisa atingiu 8,9% no 1T22, apresentando retração de -7,1 pontos percentuais na comparação com o 1T21.

As ações da Energisa (ENGI11) acumulam alta de 5,55% na bolsa de valores nos últimos 7 dias e queda de 1,23% nos últimos 12 meses.