O que é Depressão Econômica e como funciona

Depressão Econômica

O que é Depressão Econômica. Significado, conceito, para que serve e como funciona.

O que é Depressão Econômica?

A Depressão Econômica é caracterizada pela queda equivalente ou superior a 10% do PIB (Produto Interno Bruto) ou por um período de queda da economia de quatro anos ou mais.

Como resultado da Depressão Econômica nós temos:

  • Aumento do desemprego;
  • Redução do otimismo dos investimentos e empresários;
  • Redução do consumo;
  • Queda nas exportações e importações;
  • Deflação;
  • Queda dos juros
  • Aumento do gasto público;
  • Falência de empresas;
  • Entre outros resultados.

A Depressão Economia pode gerar impactos que serão sentidos por anos. Mesmo com uma recuperação, os setores afetados, podem não se recuperar por completo, ou levar mais tempo em comparação com a economia geral de um país.

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Comparação da Depressão Econômica

A Depressão Econômica é um nome dado à situação que uma economia está passando, mas, existem outras situações similares que possuem diferentes nomes, como é o caso da:

  • Recessão Econômica;
  • Estagnação Econômica.

Na Recessão Econômica o país passa por dificuldades dentro de um período de um ano. Nesse período, a influência da Recessão ataca vários indicadores, mas sem consequência danosa similar a Depressão Econômica.

A Estagnação Econômica é mais uma volatilidade no PIB. Ou seja, o país até consegue crescer, mas o crescimento é baixo diante da possibilidade existente.

É como se fosse um país que tem tudo para crescer, mas não consegue colocar o crescimento a prova e registra um PIB ruim. Aquém do que poderia ser de fato.

Causas da Depressão Econômica

Vários fatores podem influenciar na Depressão Econômica. Um governo que não consegue organizar bem o país, incentivos a só um ramo da economia, ingerência do estado, são vários os motivos que podem levar um país a Depressão Econômica.

Nos últimos anos o mundo passou por algumas crises, sendo que as mais graves foram a crise hipotecária nos Estados Unidos em 2008 e a pandemia da COVID-19, que ainda assola a humanidade.

Nesses dois casos, os reflexos das crises foram sentidos por todo o mundo, sem exceção. Mas, devido a políticas anticíclicas, onde os governos injetaram capital na economia, eventuais Depressões Econômicas foram impedidas de ocorrerem.

É claro que se você analisar o contexto nacional atual, nos últimos anos, dá para dizer que o Brasil vem passando por uma Estagnação Econômica.

Exemplo de Depressão Econômica

Em 1929 os Estados Unidos e o mundo conheceram a Grande Depressão. A crise de 1929 fez dezenas de milhares de norte-americanos desempregados e quebrou diversas empresas no país.

Após o resultado da primeira guerra mundial, os Estados Unidos eram um dos poucos países inteiros na época.

Isso deu o privilégio dos americanos oferecerem condições aos países distribuídos de financiar e adquirir produtos e serviços norte-americanos.

Desse modo a indústria americana que trabalhava para os seus próprios interesses, começou a expandir seus negócios para fora, ampliando a aumentando muito as suas fábricas e suas produções.

Obedecendo a regra da oferta e procura, como a demanda era gigantesca, as indústrias tinham a certeza que abrir mais uma fábrica poderia render muito mais dinheiro.

Com o passar do tempo, os países arrasados pela guerra conseguiram se reerguer e isso deu condições para os seus próprios negócios sustentarem os países que até então, estavam arrasados.

Assim, as fábricas norte-americanas começaram a receber menos pedidos e isso gerou menos dinheiro, mais demissões e o derretimento das ações na bolsa de valores.

De uma forma um tanto quanto brusca, a queda começou a ganhar aderência e em 1929 ocorreu o início da Grande Depressão nos Estados Unidos.  

A Grande Depressão teve duração ao longo da década de 30 nos Estados Unidos. Com a segunda grande guerra mundial, a Grande Depressão se arrefeceu e os Estados Unidos se recuperaram.

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