O Que é Consorciado?

Antes de entrar em detalhes sobre o termo consorciado, é necessário entender o que é e como funciona o chamado consórcio, modelo este, muito praticado no Brasil.

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Consórcio nada mais é que uma junção de pessoas com objetivo de comprar algum produto em específico, no qual todos que participam pagam um valor mensalmente.

Sendo assim, a contribuição de um valor por parte dos participantes, forma-se no final do mês uma poupança em conjunto e, a partir disso, cada um tem o direito de adquirir seu produto.

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Dessa forma, é possível e muito provável que a pessoa que participa do consórcio consiga esse produto de forma mais rápida do que se estivesse por fora da negociação.

Além disso, o consórcio é uma modalidade em que pode ser feito entre pessoas, empresas, organizações e até o próprio governo.

Entendido o que é o consórcio, entra em cena, agora, a figura do consorciado, que é essencial para a realização dessa prática de fácil compreensão em meio a gama de termos econômicos.

Portanto, consorciado diz respeito aquela pessoa que participa de um consórcio.

Porém, não de forma tão simples assim. O consorciado deve cumprir uma série de obrigações e afazeres, além do pagamento de algumas taxas que são destinadas a instituição financeira.

Instituição essa que faz o intermédio de toda negociação.

Quais as Obrigações do Consorciado?

Pensando de forma geral e ampla sobre o consórcio, sem analisar as minúcias que estão envolvidas, aparenta ser uma forma de acordo muito simples e de fácil realização.

Contudo, para a participação do consorciado há uma série de regras a serem cumpridas, que geralmente envolvem o pagamento de diversas taxas, nos quais veremos algumas delas, como exemplo:

  • Fundo Reserva;
  • Fundo Comum;
  • Taxa de Administração.

Em relação ao fundo reserva, este existe como uma forma de precaução e prevenção quanto às possíveis falhas ou desvios que possam acontecer no decorrer do consórcio.

Por isso, há uma taxa paga pelo consorciado referente ao fundo reserva, que garante certa proteção nesses casos extremos.

No caso do fundo comum, é a partir dele que é possibilitado atribuir créditos aos participantes que forem sorteados no consórcio.

Assim, esse fundo é um dos mais importantes e, é para ele que temos os recursos enviados em maior quantidade, pois isso aumenta a qualidade das transações.

Por último, existe a taxa de administração, que difere das duas primeiras citadas, pois não se refere a um fundo, ou seja, não tem função de angariar dinheiro para o trânsito da operação.

Então, essa taxa nada mais é do que aquela cobrada inicialmente pela companhia que irá regular o consórcio, garantindo dessa forma que ele realmente ocorra e essa instituição possa organizar todo procedimento.

Todavia, essa é uma das taxas que o participante deve analisar mais friamente, pois no momento em que ela se apresenta elevada, pode ser que não valha a pena investir no consórcio.

No caso, isso serve também de alerta para as empresas que fornecem esse serviço, pois taxas muito altas podem afastar os consumidores.

É interessante se tornar um Consorciado?

Primeiramente, antes de levar em conta os benefícios que o consórcio pode fornecer ao consorciado, é necessário que o mesmo avalie sua própria condição no momento.

Ou seja, se todas as taxas citadas acima ainda manterão a operação vantajosa para o cliente, além das demais obrigações que deve cumprir.

No mais, é de extrema importância que o consorciado tenha em mente o tempo de investimento, se ele pretende adquirir certo produto em curto, médio ou longo prazo.

E, dessa forma, ponderando se é válido ou não fazer parte desse mecanismo.

Por fim, é hora de aliar a capacidade de investimento do consorciado com a necessidade de participar do consórcio, ou seja, se é possível individualmente comprar o produto desejado.

Dessa forma, o ideal é colocar todos critérios e condições atuais do indivíduo na balança, para assim averiguar se é atraente ou não se tornar um consorciado.