A sua carteira de ações precisa ter capacidade de criar mais riqueza do que destruí-la.

Para que isso faça sentido, você não precisa comprar somente as maiores e melhores empresas da bolsa de valores.  

Você pode sofisticar um pouco mais as ações da sua carteira de investimentos, sem necessariamente aumentar o risco desproporcionalmente. 

A ideia é absorver os benefícios da convexidade das ações.

Um ativo com uma função de retorno convexa possui assimetria favorável, com potencial de ganhos ilimitados e prejuízos limitados. 

Isso é um dos motivos que tornam o investimento em ações tão fantástico.

No momento em que você compra uma ação, existem duas possibilidades: ganhar dinheiro ou perder dinheiro. Sim, sei que isso é óbvio. 

Mas o diferencial está no tamanho do ganho ou perda

Se você comprar mil reais de uma ação e a empresa for à falência, você perderá o seu dinheiro.

Por outro lado, se a empresa prosperar ao longo do tempo, você poderá multiplicar os mil reais por diversas vezes. 

E isso não é incomum de acontecer.

Existem diversos tipos de ações que multiplicaram o seu valor na medida em que apresentam crescimento de seus lucros

Você terá muito a ganhar e pouco a perder desde que utilize o correto gerenciamento de risco

Imagine uma carteira diversificada montada em 2010, que tenha utilizado como premissa, selecionar ações de diferentes níveis de risco:

Carteira hipotética de ações e seus riscos
Carteira hipotética de ações e seus riscos.

Perceba que mesmo que a montagem desta carteira tenha ocorrido em 2010, ainda permanece muito claro as ações com maiores riscos embutidos. 

As posições que oferecem maiores riscos à carteira, possuem pequena exposição, mantendo adequado o gerenciamento de risco.

Se perder, se perde pouco, se ganhar, se ganha muito.

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Agora, observe os retornos:

Retornos em 10 anos da carteira hipotética de ações
Retornos em 10 anos da carteira hipotética de ações.

Note que os retornos mais robustos vieram justamente dos papéis mais arriscados.

Veja que no caso da ALPA4, o capital investido, mesmo que pequeno, multiplicou por 22x. 

Se considerarmos uma carteira de R$ 100 mil divididos nos percentuais apresentados na tabela, teríamos investidos R$ 3 mil em ALPA4 e que hoje somariam R$ 66 mil. 

Por outro lado, a queda de 43% de PINE4 se torna irrelevante, estamos falando de um prejuízo de pouco mais de R$ 1 mil.

Prejuízo facilmente digerível na curva de desempenho da carteira.

Se o investidor não tiver a capacidade de enxergar ações pela ótica de uma carteira, possivelmente irá perder eficiência e trabalhar com uma péssima relação de risco X retorno.

Montamos a carteira do canal Joias da Bolsa utilizando a convexidade a nosso favor, trabalhando diferentes níveis de riscos e assimetrias em sua composição. 

Já estamos obtendo muito mais retorno do que o Índice Bovespa nos últimos 24 meses e quanto mais o tempo passar, maior tenderá a ser essa diferença nos resultados. 

A carteira do Joias é construída para funcionar assim.

Risco é ruim apenas para quem não sabe lidar com ele da maneira correta.