Investir em dividendos é umas das estratégias mais populares para obter rentabilidade com ações.

No entanto, o investidor deve estar ciente de que a estratégia em dividendos requer paciência.

Não adianta acreditar que em poucos meses uma carteira de dividendos irá duplicar o capital investido.

Investir em dividendos é uma forma menos especulativa e mais segura quando comparada com outras estratégias de investimento em ações.

O preço das ações de empresas com essas características tende a oscilar bem menos do que as empresas de crescimento.

Desse modo, a distribuição de parte do lucro gerado serve para recompensar os investidores que escolhem esse tipo de empresa.

Empresas geradoras de caixa e lucrativas costumam remunerar seus acionistas com dividendos, JCP e bonificações de ações.

Identificar as empresas que conseguem distribuir esses proventos de forma sustentável é fundamental para conseguir formar uma carteira sólida e resiliente que ofereça uma boa rentabilidade no longo prazo.

Alguns dos principais fatores a serem considerados para escolher as melhores empresas pagadoras de dividendos são:

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Viver de dividendos é possível. Mas não é do dia para noite que isso acontece.

Criar uma carteira e construir patrimônio leva tempo.

Cuidado com a ansiedade, que pode ser inimiga na sua construção patrimonial.

Disciplina é outra característica a ser desenvolvida pelo investidor de sucesso numa estratégia com foco nos dividendos.

A disciplina para aportar mensalmente e reinvestir os dividendos recebidos é de extrema importância para fazer o seu patrimônio crescer e conseguir uma boa rentabilidade no médio e longo prazo.

Comprar novas ações com os dividendos recebidos ajuda a aumentar o patrimônio acumulado e a receber ainda mais renda passiva no futuro. Semelhante a uma estratégia de juros compostos.

Imagine, por exemplo, que você tem 1 mil ações de uma empresa que paga 10% de Dividend Yield.

Com o dinheiro pago em forma de dividendo, você poderia comprar mais 100 ações.

Assim, após 1 ano de investimento você terá 1.100 ações, no segundo 1210 ações, e por aí vai.

Assim seu patrimônio cresce e o juro composto do reinvestimento oferece um fator exponencial para o crescimento.

Se compararmos os retornos gerados entre juros simples e compostos durante os primeiros anos, a diferença é quase imperceptível.

Porém após 10 ou 20 anos a curva de crescimento aumenta exponencialmente.

Essa diferença pode ser percebida no gráfico que compara a diferença na evolução do retorno entre juros simples e juros compostos.

Note que nos primeiros anos a diferença de retorno entre as duas estratégias é mínima.

Porém, após o sétimo ano a diferença de rentabilidade começa a ser relevante. Com o passar do tempo, a diferença de retorno entre as duas modalidades é cada vez mais gritante.

Gráfico de evolução do retorno entre juros simples e juros compostos
Gráfico de evolução do retorno entre juros simples e juros compostos.

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É por esse motivo que sempre reforço a ideia de que uma estratégia de dividendos deve ter foco no longo prazo.

Isso acontece porque ao reinvestir os proventos em mais ações, mais pagamentos serão recebidos no futuro em forma de proventos e assim sucessivamente. É um efeito bola de neve.

Esse efeito cumulativo traz uma rentabilidade adicional no longo prazo, além da valorização das ações.

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Caso sua resposta seja sim, acompanhe o nosso trabalho no canal Seleção de Dividendos.

Na hora de escolher as ações da carteira, não olhamos só para o pagamento de dividendos. Mas também para as perspectivas de crescimento e valorização das empresas utilizando a análise fundamentalista.

Ajudamos investidores a construir um patrimônio relevante, investido em empresas sólidas e pagadoras de dividendos sustentáveis, com foco no longo prazo.