Semana passada publiquei em meu Instagram, a divisão que considero ideal de uma carteira de investimentos para um investidor arrojado:

Após a publicação, outros seguidores começaram a questionar o motivo que me levaria a confiar tanto na carteira do canal Joias da Bolsa.

Claro, não é pelo simples fato de que confio no meu trabalho e na minha equipe que me ajuda a dar o melhor possível para você.

A autoconfiança é boa, mas é preciso manter os pés no chão.

Bom, o motivo que me faz acreditar na carteira do Joias é muito simples: A estratégia por trás do método é o Value Investing.

Se eu fosse resumir em uma frase porque o Value Investing faz sentido, diria que é porque, na maioria das vezes, o mercado financeiro não faz. 

É menos confuso do que parece. 

Por muito tempo, acreditou-se que os mercados são eficientes, aliás muita gente ainda acredita. 

Isso significa que o atual preço de uma ação sempre irá refletir o quanto ela, de fato, vale, e que é impossível superar o mercado comprando ações subavaliadas para vendê-las com boa margem de lucro mais adiante.

No entanto, os maiores investidores de todos os tempos já provaram, por meio do Value Investing, que isso está longe de ser verdade. 

Fosse a hipótese dos mercados eficientes verdadeira, a carteira do Joias nunca teria condições de superar o Índice Bovespa

A carteira já roda há 2 anos acima do Ibovespa. Acumulamos mais de 63% contra 31% do índice. 

Gráfico de retorno acumulado da carteira Joias da Bolsa x Ibovespa
Gráfico de retorno acumulado da carteira Joias da Bolsa x Ibovespa.

Acredito que você já tenha ouvido falar do Sr. Mercado, aquela figura imprevisível, que às vezes é super otimista, confiante e generosa, e, outras, é carrancuda e negativa.

Pois bem, Benjamin Graham conseguiu sintetizar com maestria o que é o mercado de ações quando criou esse personagem.

E graças a esses turbilhões de emoções do Sr. Mercado, nós conseguimos nos posicionar em empresas, pagando muito menos do que realmente valem.

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Agora faço uma ressalva, o mercado no longo prazo possui um grau de eficiência, visto que todas a maioria das distorções se ajustam. 

Por outro lado, no curto prazo, o Sr. Mercado e sua bipolaridade se sobressaem a qualquer racionalidade.

Como você deve ter percebido, 20% do total dos meus investimentos ficam alocados em reserva estratégica, justamente para conseguir aproveitar esses momentos.

Veja o caso da ROMI3:

Gráfico de valorização das ações ROMI3
Gráfico de valorização das ações ROMI3.

Em 2020, as ações chegaram a cair mais de 60%. 

Contudo os fundamentos da empresa bem como sua capacidade de crescimento continuavam preservados.

Você realmente acha que essa queda era racional diante do contexto operacional da empresa? 

Bom, desde então a empresa já subiu 300%. 

Neste momento você deve estar com uma crítica na ponta da língua: 

"Analisar o passado é muito fácil, qualquer um pode fazer".

Mas a ROMI3, na verdade, foi uma das grandes apostas da carteira do Joias da Bolsa no momento da queda. 

Os assinantes estão felizes. 

Por essas e outras, uma carteira ideal montada por mim teria uma fatia tão grande do Joias.