O preço do bitcoin (BTC) caiu momentaneamente para US$ 40.685 logo após às 1h30 da manhã de hoje, atingindo seu nível mais baixo desde 22 de setembro do ano passado.

A baixa de três meses na madrugada ocorreu em meio a tensões sobre o aperto da política monetária dos EUA e o fechamento da Internet no Cazaquistão, o segundo maior centro de mineração de bitcoin do mundo.

Na última negociação, o preço recuperou o patamar de US$ 42 mil, reduzindo as perdas nas últimas 24 horas para 0,8%. Na semana, porém, a criptomoeda atinge perdas de 10%.

A maior criptomoeda do mundo começou a cair no início desta semana, por conta da expectativa de aumento de juros dos títulos americanos e da redução do estímulo do Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos.

Os comentários agressivos desencadearam uma onda de vendas nos mercados de ações globais, que se espalhou para criptomoedas. 

Outras moedas digitais continuaram caindo na sexta-feira, com o ether (ETH) caindo 2,3% e a solana (SOL) caindo 4,7%.

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Outra notícia que pesa sobre os preços das criptomoedas é a decisão do presidente do Cazaquistão de fechar o serviço de internet após protestos mortais contra o governo.

O país da Ásia Central responde por 18% do poder de processamento da rede bitcoin, de acordo com o  Cambridge Center for Alternative Finance

Muitos mineradores de criptomoedas fugiram da China para o país vizinho por causa da proibição de Pequim da mineração de moeda virtual.

O desligamento da Internet no Cazaquistão deixou até 15% da rede offline, de acordo com algumas estimativas.

O poder de computação do Bitcoin “não está diretamente relacionado ao preço do Bitcoin, mas dá uma indicação da segurança da rede, então uma queda pode assustar os investidores no curto prazo”, disse Marcus Sotiriou, analista da corretora de ativos digitais do Reino Unido GlobalBlock, em uma nota para a CNBC na quinta-feira.

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