Já se passou um ano desde que as ações da Tesla (TSLA34) ingressaram no S&P 500 e os investidores estão felizes.

Em 20 de dezembro de 2020, a Tesla foi adicionada ao popular benchmark pela primeira vez em um movimento sem precedentes para o índice, dado o quão grande a empresa já era.

Na época, a Tesla ostentava uma capitalização de mercado de cerca de US$ 650 bilhões.

A fabricante de veículos elétricos demorou mais que o normal para ser adicionada ao índice porque, apesar de sua avaliação altíssima, ela não gerou lucros por quatro trimestres consecutivos até o início do ano, que é um critério a ser adicionado ao índice.

Muitos participantes do mercado viram a inclusão da Tesla como um provável topo da ação, já que não é incomum uma ação adicionada a um índice apresentar desempenho inferior ao da ação substituída. 

Mas a Tesla mais uma vez desafiou os céticos e agradou seus investidores, embora com altos e baixos ao longo do caminho. 

Desde que foi adicionado ao S&P 500 no ano passado, suas ações subiram 29%, superando o índice em seis pontos percentuais.

Impulsionando esses retornos estavam os relatórios de ganhos e produção consistentemente fortes, com a Tesla a caminho de entregar quase um milhão de veículos este ano. Isso é o dobro de 2020, quando a Tesla entregou pouco menos de 500.000 veículos.

O desempenho superior das ações da Tesla também foi impulsionado por projeções otimistas de Wall Street e Elon Musk

Cathie Wood, da Ark Invest, acredita que as ações podem mais do que triplicar, chegando a US$ 3.000 , e Musk previu um crescimento anual contínuo de cerca de 50% nos próximos cinco anos.

Tesla foi adicionado ao S&P 500 com um peso inicial de 1,69%. 

Desde então, as ações dispararam para uma empresa de mais de US$ 1 trilhão, empurrando seu peso no índice para mais de 2%. 

Na terça-feira, a Tesla valia US$ 909 bilhões e pesava cerca de 1,89% no índice.

Fonte: Business Insider

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