O ano de 2022 foi tumultuado para as economias mundiais, para as ações de tecnologia e patrimônio de bilionários. Em meio a isso tudo, também aconteceram 5 "acidentes" de percurso que abalaram a fortuna e carreira destas celebridades.

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Como em todos os grandes acontecimentos da carreira, há um ser humano no centro de cada história. 

Alguns podem nunca recuperar a confiança e a credibilidade, outros podem se reinventar ou voltar mais fortes. 

Aqui estão as 5 quedas de carreira mais notáveis ​​de 2022 que fazem parte da lista da Forbes.

1- Sam Bankman-Fried, fundador e ex-CEO da FTX

O colapso da bolsa de criptomoedas FTX marcou o ano de 2022 não só para as criptomoedas. Assim como a Enron e o Lehman Brothers, isso pode definir o fim de uma era. 

No momento, ainda estão sendo desvendados detalhes de tudo o que antecedeu a falência e suas consequências mais amplas. 

O fundador e ex-CEO, Sam Bankman-Fried é o suposto vilão.

De prodígio cripto que valia US$ 26,5 bilhões há cerca de um ano, perdeu seu dinheiro e enfrenta várias acusações de fraude

Além de expor o controle e o culto ao sigilo criado pelas criptomoedas, o colapso da FTX lançou uma luz sobre os capitalistas de risco, fundos de pensão e gerentes de ativos que investiram bilhões em uma empresa mal administrada.

Segundo John J. Ray III, novo CEO contratado para lidar com a falência, em seus 40 anos de carreira, nunca viu uma falha tão completa.

Se as ações de SBF foram criminosas, isso será determinado no tribunal, mas o colapso de sua carreira levou legisladores e investidores a reavaliar os riscos dos ativos digitais.

2- Bob Chapek, ex-CEO da Walt Disney Company

Seria difícil para qualquer um substituir o icônico Bob Iger, quanto mais assumir o cargo de CEO da Disney (DISB34) poucas semanas antes da pandemia fechar parques temáticos, cinemas e cruzeiros. 

Mas Chapek piorou as coisas com decisões que pouco fizeram para polir a marca Disney. 

Ele irritou os funcionários, depois o governador Ron DeSantis e enfrentou um processo da atriz Scarlett Johansson sobre os pagamentos da Viúva Negra, no qual seu salário foi tornado público. 

As perdas nos negócios diretos ao consumidor da empresa mais que dobraram, levando a perdas de ganhos recentes. 

Em novembro, o conselho da Disney demitiu-o repentinamente anunciando a volta de Iger. 

Ainda assim, os investidores ainda não estão convencidos de que esse conto de fadas terá um final feliz.

3- Elizabeth Holmes, fundadora e ex-CEO da Theranos

No início de 2022, um júri condenou Holmes por quatro acusações de fraude eletrônica e conspiração para cometer fraude eletrônica, encerrando a longa saga de sua startup de exames de sangue. 

A empresa chegou a atingir uma avaliação de US$ 9 bilhões antes de ser exposta pelo Wall Street Journal. 

Depois de muitos adiamentos, em 2022, Holmes foi finalmente sentenciada, em novembro deste ano, a 11 anos de prisão.

Como o New York Times escreveu após sua condenação em janeiro, “o veredicto sinalizou o fim de uma era. No Vale do Silício, onde a linha entre conversa e realização costuma ser vaga, finalmente há um limite para fingir.” 

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4- Trevor Milton, fundador e ex-CEO da Nikola

A Nikola, a empresa que pretendia ser a Tesla da indústria de caminhões, foi fundada por Trevor Milton, um estudante que abandonou a faculdade e ficou rico após a oferta pública da empresa em 2020, atingindo brevemente uma avaliação que ultrapassou empresas automotivas como a Ford. 

Milton renunciou em 2020 após o relatório de um investidor ativista e foi indiciado no ano passado, depois condenado em outubro, por uma acusação de fraude com valores mobiliários e duas acusações de fraude eletrônica. 

Os promotores alegaram que ele era um “vigarista” que encantou os investidores com falsas alegações de que a empresa estava mais avançada na produção de hidrogênio “verde” e que os contratos com os clientes eram apenas reservas canceláveis. 

Um advogado de Milton, que enfrentará a sentença em janeiro, prometeu "continuar lutando" e disse que os promotores distorceram as declarações de seu cliente.

5- Elon Musk, fundador e CEO do Twitter, Tesla e SpaceX

O ano de 2022 também foi marcado pela novela da compra do Twitter por Elon Musk.

Primeiro ele queria, depois desistiu, então o Twitter não deixou ele voltar atrás e, finalmente, ele concordou em comprar a rede social.

Acontece que as atitudes de Musk estão sendo questionadas.

Com uma pesquisa própria, ele descobriu que a maioria dos usuários não quer que ele administre a rede. Musk disse em 20 de dezembro que deixará o cargo de CEO assim que um novo líder for encontrado. 

Desde que o acordo de US$ 44 bilhões foi fechado em 28 de outubro, o mandato de Musk tem sido um estudo de caso em liderança fraca. 

Ele estragou demissões, zombou de usuários, alterou as políticas e se posicionou como um defensor da liberdade enquanto congelava algumas contas de jornalistas e ameaçava banir contas ou postagens que promoviam sites rivais.

À medida que as gafes se acumulavam, a receita do Twitter caía, junto com o patrimônio líquido de Musk e o preço das ações da Tesla, com os investidores ficando cada vez mais preocupados com sua capacidade de administrar a empresa de veículos elétricos e energia limpa, juntamente com as outras empresas que ele lidera. 

Fonte: Forbes

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