Uma pesquisa da corretora cripto Gemini divulgada nesta segunda-feira (4) revelou que 41% dos entrevistados brasileiros possuem criptomoedas.

A pesquisa com quase 30 mil pessoas em 20 países, feita entre novembro de 2021 e fevereiro de 2022, mostra que o aumento da inflação impulsionou a adoção desses ativos.

O Brasil também foi o destaque entre os países da América Latina na adoção de criptomoedas e das expectativas para o futuro cripto.

Criptomoedas como proteção contra à inflação

Tradicionalmente, os investidores procuram ouro e outros portos seguros, como o dólar, para proteger sua riqueza dos efeitos da inflação, mas os entusiastas de criptomoedas acreditam nos benefícios das moedas digitais como um hedge de inflação.

Os entrevistados em países que sofreram 50% ou mais de desvalorização de sua moeda em relação ao dólar nos últimos 10 anos foram 5 vezes mais propensos a dizer que planejam comprar criptomoedas no próximo ano do que aqueles em países que sofreram menos de 50% de desvalorização da moeda.

No Brasil, com o Real desvalorizado em mais de 200% em relação ao dólar, 45% dos proprietários acreditam que as criptomoedas são uma forma de contenção à inflação.

Dados da pesquisa mostram também que 66% dos brasileiros entrevistados acreditam que as criptomoedas representam o futuro do dinheiro.

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Adesão às criptomoedas entre homens e mulheres

A pesquisa feita pela Gemini também revelou a distribuição por gênero entre investidores em criptomoedas.

No Brasil, 55% dos investidores de criptoativos são homens e 45% são mulheres.

Outros países participantes mostraram uma maior diferença entre participação por gênero no setor.

A maior discrepância foi encontrada na Dinamarca, com 81% de investidores homens e 18% mulheres. 

A dominância feminina em investimentos com criptomoedas só foi encontrada em Israel e Indonésia, com 51% de presença feminina, e 49%, masculina.

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